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	<title>Comments on: A piada mortal</title>
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	<description>E agora para algo completamente diferente...</description>
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		<title>By: Bruno Accioly</title>
		<link>http://www.sarcasmosmultiplos.com.br/2004/12/08/a-piada-mortal/comment-page-1/#comment-354</link>
		<dc:creator>Bruno Accioly</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Dec 2004 11:10:15 +0000</pubDate>
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		<description>É o que me parece e é bastante difícil provar o contrário...

De fato um indivíduo produz um texto, mas quem o lê, sob diversos aspectos, está produzindo outro.

Seria incoerente dizer o contrário, uma vez que o afirmamos para subtextos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É o que me parece e é bastante difícil provar o contrário&#8230;</p>
<p>De fato um indivíduo produz um texto, mas quem o lê, sob diversos aspectos, está produzindo outro.</p>
<p>Seria incoerente dizer o contrário, uma vez que o afirmamos para subtextos.</p>
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		<title>By: EdGouveia</title>
		<link>http://www.sarcasmosmultiplos.com.br/2004/12/08/a-piada-mortal/comment-page-1/#comment-353</link>
		<dc:creator>EdGouveia</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Dec 2004 18:09:10 +0000</pubDate>
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		<description>Não seria todo o texto (e não somente o subtexto) uma produção  específica da mente que o lê?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não seria todo o texto (e não somente o subtexto) uma produção  específica da mente que o lê?</p>
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		<title>By: José Vasconcellos</title>
		<link>http://www.sarcasmosmultiplos.com.br/2004/12/08/a-piada-mortal/comment-page-1/#comment-352</link>
		<dc:creator>José Vasconcellos</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Dec 2004 22:16:34 +0000</pubDate>
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		<description>Mas eu gostaría mesmo é de um bom papo sobre o óbvio ululante e o nem tanto que vai por trás da &quot;história&quot; representada pelo &quot;smile&quot; no topo do texto...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mas eu gostaría mesmo é de um bom papo sobre o óbvio ululante e o nem tanto que vai por trás da &#8220;história&#8221; representada pelo &#8220;smile&#8221; no topo do texto&#8230;</p>
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		<title>By: José Vasconcellos</title>
		<link>http://www.sarcasmosmultiplos.com.br/2004/12/08/a-piada-mortal/comment-page-1/#comment-351</link>
		<dc:creator>José Vasconcellos</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Dec 2004 22:15:05 +0000</pubDate>
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		<description>Ué?!...
Alguma dúvida nisso, meu caro Cris?!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ué?!&#8230;<br />
Alguma dúvida nisso, meu caro Cris?!</p>
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		<title>By: Cristiano Dias</title>
		<link>http://www.sarcasmosmultiplos.com.br/2004/12/08/a-piada-mortal/comment-page-1/#comment-350</link>
		<dc:creator>Cristiano Dias</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Dec 2004 17:18:31 +0000</pubDate>
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		<description>Maldito Bruno! Eu vi subtexto em &#039;Os Incríveis&#039;. Raios triplos!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Maldito Bruno! Eu vi subtexto em &#8216;Os Incríveis&#8217;. Raios triplos!</p>
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		<title>By: Eduardo</title>
		<link>http://www.sarcasmosmultiplos.com.br/2004/12/08/a-piada-mortal/comment-page-1/#comment-349</link>
		<dc:creator>Eduardo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Dec 2004 14:56:43 +0000</pubDate>
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		<description>Concordo com você, mas, e somente isso, eu enxergo, humildemente, uma manipulação vil no que concerne a formação do indivíduo, pois existe um subjetivismo como processo que acaba por criar uma aura de paranóia e dissociação da posição do indivíduo ante a realidade. Mas isso é outro papo. Resumindo, pra mim o subtexto é uma composição do que foi criado com que é interpretado. Não nasce na cabeça de quem interpreta, e sim, tem sua origem na obra sendo que há uma miríade de possibilidades de emissão e recepção. Reafirmo que, não estou dizendo que há a intenção de criar este ou aquele subtexto, por parte de quem cria. Na verdade o que eu acredito é uma situação nos moldes de um lego, onde a obra gera peças que são montadas de formas as mais variadas dentro da percepção de cada um.

Na verdade quando digo plantado, bem, é como se a obra plantasse algo em quem a interpreta ou como se quem interpreta fosse lá e coletasse algo… mas não é uma coleta objetiva/plantio objetivo. Não sei se consegui me expressar direito. Mas não discordo nem concorcodo, eu quero ampliar minha percepção no assunto, porquê me é muito interessante, inclusive profissionalmente. E vejo aí uma das discussões mais relvantes em termo de arte que tenho participado.

Cheers!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com você, mas, e somente isso, eu enxergo, humildemente, uma manipulação vil no que concerne a formação do indivíduo, pois existe um subjetivismo como processo que acaba por criar uma aura de paranóia e dissociação da posição do indivíduo ante a realidade. Mas isso é outro papo. Resumindo, pra mim o subtexto é uma composição do que foi criado com que é interpretado. Não nasce na cabeça de quem interpreta, e sim, tem sua origem na obra sendo que há uma miríade de possibilidades de emissão e recepção. Reafirmo que, não estou dizendo que há a intenção de criar este ou aquele subtexto, por parte de quem cria. Na verdade o que eu acredito é uma situação nos moldes de um lego, onde a obra gera peças que são montadas de formas as mais variadas dentro da percepção de cada um.</p>
<p>Na verdade quando digo plantado, bem, é como se a obra plantasse algo em quem a interpreta ou como se quem interpreta fosse lá e coletasse algo… mas não é uma coleta objetiva/plantio objetivo. Não sei se consegui me expressar direito. Mas não discordo nem concorcodo, eu quero ampliar minha percepção no assunto, porquê me é muito interessante, inclusive profissionalmente. E vejo aí uma das discussões mais relvantes em termo de arte que tenho participado.</p>
<p>Cheers!</p>
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	<item>
		<title>By: Bruno Accioly</title>
		<link>http://www.sarcasmosmultiplos.com.br/2004/12/08/a-piada-mortal/comment-page-1/#comment-348</link>
		<dc:creator>Bruno Accioly</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Dec 2004 20:07:47 +0000</pubDate>
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		<description>Ouso discordar...

Acontece que, da mesma forma que o ser humano pode ver formas não intencionais em nós nas tábuas de madeira ou nos chuviscos de uma tela de TV, é possível para o ser humano identificar um subtexto que não existe senão em sua própria interpretação tortuosa da realidade.

A afirmação que o subtexto lido por um indivíduo necessariamente foi plantada - mesmo que inconscientemente - pelo autor, é tirar do indivíduo o poder de criar algo a partir de estimulos dissociados de intenção.

A comunicação é utópica sob diversos aspectos. Afinal, a mensagem expressa não é a percebida, muito menos a interpretada.

Independente das intenções de Duchamp em criar o urinol, o espectador da obra pode lê-lo de diversas formas.

O subtexto, normalmente, é encarado como algo escrito nas entrelinhas. A questão que levanto, no post, é que o espectador presume entrelinhas o tempo todo.

Isso se dá graças às evidências que percebemos e achamos que percebemos que, graças às nossas experiências, nos tornam capazes de chegar a conclusões.

Certas ou erradas, estas conclusões - sustento eu - têm valor intrínseco.

Filmes como &quot;A Fantástica Fábrica de Chocolate&quot;, foram lidas como uma sátira ao mercado de consumo enquanto - e isto está nos extras do DVD : ) - não passava de um comercial de chocolate.

Vou me aprofundar nisso em outro post, e numa leitura alternativa e perturbadora deste filme cultuado até hoje.

Em suma... discordo que o subtexto tenha, necessariamente, que ter sido plantado. A leitura de um subtexto não implica em algo subescrito... tanto quanto o óbvio para uns é um completo absurdo para outros.

Quem está certo? A meu ver pouco importa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ouso discordar&#8230;</p>
<p>Acontece que, da mesma forma que o ser humano pode ver formas não intencionais em nós nas tábuas de madeira ou nos chuviscos de uma tela de TV, é possível para o ser humano identificar um subtexto que não existe senão em sua própria interpretação tortuosa da realidade.</p>
<p>A afirmação que o subtexto lido por um indivíduo necessariamente foi plantada &#8211; mesmo que inconscientemente &#8211; pelo autor, é tirar do indivíduo o poder de criar algo a partir de estimulos dissociados de intenção.</p>
<p>A comunicação é utópica sob diversos aspectos. Afinal, a mensagem expressa não é a percebida, muito menos a interpretada.</p>
<p>Independente das intenções de Duchamp em criar o urinol, o espectador da obra pode lê-lo de diversas formas.</p>
<p>O subtexto, normalmente, é encarado como algo escrito nas entrelinhas. A questão que levanto, no post, é que o espectador presume entrelinhas o tempo todo.</p>
<p>Isso se dá graças às evidências que percebemos e achamos que percebemos que, graças às nossas experiências, nos tornam capazes de chegar a conclusões.</p>
<p>Certas ou erradas, estas conclusões &#8211; sustento eu &#8211; têm valor intrínseco.</p>
<p>Filmes como &#8220;A Fantástica Fábrica de Chocolate&#8221;, foram lidas como uma sátira ao mercado de consumo enquanto &#8211; e isto está nos extras do DVD : ) &#8211; não passava de um comercial de chocolate.</p>
<p>Vou me aprofundar nisso em outro post, e numa leitura alternativa e perturbadora deste filme cultuado até hoje.</p>
<p>Em suma&#8230; discordo que o subtexto tenha, necessariamente, que ter sido plantado. A leitura de um subtexto não implica em algo subescrito&#8230; tanto quanto o óbvio para uns é um completo absurdo para outros.</p>
<p>Quem está certo? A meu ver pouco importa.</p>
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		<title>By: Eduardo</title>
		<link>http://www.sarcasmosmultiplos.com.br/2004/12/08/a-piada-mortal/comment-page-1/#comment-347</link>
		<dc:creator>Eduardo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Dec 2004 12:06:23 +0000</pubDate>
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		<description>Se há um “subtexto” é porquê houve um texto e mesmo que o subtexto pessoal forme-se obviamente na mente de quem o produz ele há de partir, propositadamente ou não, de um embrião plantado, conscientemente ou não, pelo criador, pelo produtor, pelo veiculador e etc. da obra em questão. O que abre a discussão enfadonha de autoria e blá-blá-blás afins. Comunicação ser utopia eu acho pesado. Eu tenho me inclinado a pensar num vilipêndio programado do aparelhamento sensitivo artístico do povo em geral, o que cria guetos e elites com atitudes confortáveis para o sistema que, via de regra, é o alvo maior de contestação da produção artística e que, desta forma, cada vez mais deixa de sê-lo. O urinol de Duchamp parace que foi “eleito” a obra de arte mais relevante da modernidade. Basta lembrar que um dos concorrentes era Guernica, de Picasso.

Bem, eu ainda gosto de pensar que o subtexto é um tempero, apenas isso. Especiaria.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se há um “subtexto” é porquê houve um texto e mesmo que o subtexto pessoal forme-se obviamente na mente de quem o produz ele há de partir, propositadamente ou não, de um embrião plantado, conscientemente ou não, pelo criador, pelo produtor, pelo veiculador e etc. da obra em questão. O que abre a discussão enfadonha de autoria e blá-blá-blás afins. Comunicação ser utopia eu acho pesado. Eu tenho me inclinado a pensar num vilipêndio programado do aparelhamento sensitivo artístico do povo em geral, o que cria guetos e elites com atitudes confortáveis para o sistema que, via de regra, é o alvo maior de contestação da produção artística e que, desta forma, cada vez mais deixa de sê-lo. O urinol de Duchamp parace que foi “eleito” a obra de arte mais relevante da modernidade. Basta lembrar que um dos concorrentes era Guernica, de Picasso.</p>
<p>Bem, eu ainda gosto de pensar que o subtexto é um tempero, apenas isso. Especiaria.</p>
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		<title>By: Bruno Accioly</title>
		<link>http://www.sarcasmosmultiplos.com.br/2004/12/08/a-piada-mortal/comment-page-1/#comment-346</link>
		<dc:creator>Bruno Accioly</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Dec 2004 20:20:55 +0000</pubDate>
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		<description>Os subtextos estão na mente de quem os lê. Ponto.

Mais que isso, um subtexto sequer precisa ser proposto para que seja lido.

Quando um indivíduo expõe os subtextos a outrém, novos subtextos são identificados. É um ciclo perpétuo de um indivíduo para outro e do indivíduo para consigo mesmo.

Um subtexto é identificado, seja ou não ele intenção do autor. Cada presuposição feita acerca de qualquer coisa é um subtexto identificado.

A cada nova afirmação ou pergunta adicional em uma discussão, suas dimensões se tornam maiores. Por isso mesmo, o motivo da discussão é menor que a discussão em si.

A discussão não precisa de uma meta objetiva para ser uma discussão.

Independente do que achamos ou não achamos, ao fim de uma troca de estímulos e reações, tudo se reduz ao que interpretamos continuamente.

A comunicação, como já discutimos... é uma utopia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os subtextos estão na mente de quem os lê. Ponto.</p>
<p>Mais que isso, um subtexto sequer precisa ser proposto para que seja lido.</p>
<p>Quando um indivíduo expõe os subtextos a outrém, novos subtextos são identificados. É um ciclo perpétuo de um indivíduo para outro e do indivíduo para consigo mesmo.</p>
<p>Um subtexto é identificado, seja ou não ele intenção do autor. Cada presuposição feita acerca de qualquer coisa é um subtexto identificado.</p>
<p>A cada nova afirmação ou pergunta adicional em uma discussão, suas dimensões se tornam maiores. Por isso mesmo, o motivo da discussão é menor que a discussão em si.</p>
<p>A discussão não precisa de uma meta objetiva para ser uma discussão.</p>
<p>Independente do que achamos ou não achamos, ao fim de uma troca de estímulos e reações, tudo se reduz ao que interpretamos continuamente.</p>
<p>A comunicação, como já discutimos&#8230; é uma utopia.</p>
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		<title>By: José Vasconcellos</title>
		<link>http://www.sarcasmosmultiplos.com.br/2004/12/08/a-piada-mortal/comment-page-1/#comment-345</link>
		<dc:creator>José Vasconcellos</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Dec 2004 17:28:38 +0000</pubDate>
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		<description>Mas se &quot;...a validade de ler subtextos está na mente de quem os lê...&quot;, onde estão os subtextos propriamente ditos? Onde estão aqueles que propuseram os tais subtextos, ou, realmente essas mensagens foram propostas? Se chegamos a duvidar do motivo que iniciou uma discussão, então o que é essa discussão? Ela é? Acho que não!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mas se &#8220;&#8230;a validade de ler subtextos está na mente de quem os lê&#8230;&#8221;, onde estão os subtextos propriamente ditos? Onde estão aqueles que propuseram os tais subtextos, ou, realmente essas mensagens foram propostas? Se chegamos a duvidar do motivo que iniciou uma discussão, então o que é essa discussão? Ela é? Acho que não!</p>
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