<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comments on: “Código 46”</title>
	<atom:link href="http://www.sarcasmosmultiplos.com.br/2004/12/29/%e2%80%9ccodigo-46%e2%80%9d/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.sarcasmosmultiplos.com.br/2004/12/29/%e2%80%9ccodigo-46%e2%80%9d/</link>
	<description>E agora para algo completamente diferente...</description>
	<lastBuildDate>Sat, 31 Jul 2010 00:22:26 -0200</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.2</generator>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
		<item>
		<title>By: Bruno Accioly</title>
		<link>http://www.sarcasmosmultiplos.com.br/2004/12/29/%e2%80%9ccodigo-46%e2%80%9d/comment-page-1/#comment-379</link>
		<dc:creator>Bruno Accioly</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Apr 2006 01:54:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://sarcasmosmultiplos.com.br/?p=42#comment-379</guid>
		<description>&quot;Row, row, row your boat,
Gently down the stream.
Merrily, merrily, merrily, merrily,
Life is but a dream.&quot;

A chave do filme é cantada por uma criança - a inocência - que, ao contrário da protagonista do filme, sabe cantar.

Ela, apesar de não saber cantar e de não ter a chave, é livre, presa do lado de fora... e sente saudade dele.

Ele, contudo, não tem como sentir saudades dela - deve continuar remando - e sua ignorância é o que preserva sua felicidade.

...A vida é somente um sonho.

Poético.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Row, row, row your boat,<br />
Gently down the stream.<br />
Merrily, merrily, merrily, merrily,<br />
Life is but a dream.&#8221;</p>
<p>A chave do filme é cantada por uma criança &#8211; a inocência &#8211; que, ao contrário da protagonista do filme, sabe cantar.</p>
<p>Ela, apesar de não saber cantar e de não ter a chave, é livre, presa do lado de fora&#8230; e sente saudade dele.</p>
<p>Ele, contudo, não tem como sentir saudades dela &#8211; deve continuar remando &#8211; e sua ignorância é o que preserva sua felicidade.</p>
<p>&#8230;A vida é somente um sonho.</p>
<p>Poético.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Eduardo Rocha</title>
		<link>http://www.sarcasmosmultiplos.com.br/2004/12/29/%e2%80%9ccodigo-46%e2%80%9d/comment-page-1/#comment-378</link>
		<dc:creator>Eduardo Rocha</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Mar 2005 19:08:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://sarcasmosmultiplos.com.br/?p=42#comment-378</guid>
		<description>Código 46 é clássico desde já. Tão interessante quanto, menos belo que e mais denso do Gattaca. Sensacional, perfeitamente executado, Tim Robbins excelente pra variar… é um filme complicado de degustar, mas se por ventura formos sem economizar a energia pra volta, dá pra ir até lá e gostar muito. Na minha estante: clássico.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Código 46 é clássico desde já. Tão interessante quanto, menos belo que e mais denso do Gattaca. Sensacional, perfeitamente executado, Tim Robbins excelente pra variar… é um filme complicado de degustar, mas se por ventura formos sem economizar a energia pra volta, dá pra ir até lá e gostar muito. Na minha estante: clássico.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Bruno Accioly</title>
		<link>http://www.sarcasmosmultiplos.com.br/2004/12/29/%e2%80%9ccodigo-46%e2%80%9d/comment-page-1/#comment-377</link>
		<dc:creator>Bruno Accioly</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jan 2005 16:55:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://sarcasmosmultiplos.com.br/?p=42#comment-377</guid>
		<description>Transcendendo a idéia do filme enquanto produto e dando a ele a chance de ser uma obra, costumo ter muito receio em identificar más escolhas de roteiro, direção e até atuação.

Existem muitas réguas pelas quais podemos medir uma obra e estas réguas passam, por exemplo, por não gostar do filme ser preto-e-branco, não gostar dele ser colorido, não gostar da quantidade de tons de verde presentes na tela etc.

Parece-me que uma mesma história, lida por diferentes indivíduos, pode facilmente ser interpretada como magnífica, estúpida, gloriosa ou bobinha - adjetivos antagônicos mas que são os únicos que os espectadores conseguem ter para entregar ao fim da &quot;leitura&quot;.

O fato é que uma história boba hoje pode vir a ser entendida como magnífica amanhã... e se não o for, ainda assim o valor intrínseco da obra permanece.

Seu comentário me remete a um papo que tive com a Anna Paula Maron outro dia (http://www.annamaron.com.br/blog/).

Falávamos de gostar e não gostar de filmes, de livros etc e eu disse o seguinte para ela: &quot;Por vezes me parece que não aceitamos a obra pela obra... a obra como ela é. A impressão que me dá é que, por vezes, afirmamos que &#039;Guernica&#039;, de Pablo Picasso, seria muito melhor se as linhas que o compõe fossem meia polegada mais finas&quot;.

http://www3.baylor.edu/~Jesse_Airaudi/guernica.jpg

Compreendo plenamente a crítica, claro, e vejo a forma pela qual a fazemos hoje como parte da fruição que nos permitimos da realidade a nossa volta.

Busco, contudo, o questionamento da forma de fruição que nos impomos ou que meramente desejamos nos impor...

Particularmente gostei da história de amor romântica naquela realidade distópica. Para mim é justamente esta porção do filme que o redime de ser apenas mais um thriller de ficção científica.

De fato, como descrevo no post, identifico estreita relação entre a primeira cena e o restante do filme.

A diversidade de opiniões e impressões, daqueles que têm a experiência com a obra, corrobora, por si mesma, com a noção de que a opinião individual é irrelevante diante da importância intrínseca da obra.

Não falo da intenção do autor aqui, mas da importância da obra enquanto fenômeno modificador do meio.

Sob muitos aspectos, a obra é tão importante para o espectador quanto ele se permite que ela seja ou quanto ele pode se permitir que ela seja - ao menos naquele momento.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Transcendendo a idéia do filme enquanto produto e dando a ele a chance de ser uma obra, costumo ter muito receio em identificar más escolhas de roteiro, direção e até atuação.</p>
<p>Existem muitas réguas pelas quais podemos medir uma obra e estas réguas passam, por exemplo, por não gostar do filme ser preto-e-branco, não gostar dele ser colorido, não gostar da quantidade de tons de verde presentes na tela etc.</p>
<p>Parece-me que uma mesma história, lida por diferentes indivíduos, pode facilmente ser interpretada como magnífica, estúpida, gloriosa ou bobinha &#8211; adjetivos antagônicos mas que são os únicos que os espectadores conseguem ter para entregar ao fim da &#8220;leitura&#8221;.</p>
<p>O fato é que uma história boba hoje pode vir a ser entendida como magnífica amanhã&#8230; e se não o for, ainda assim o valor intrínseco da obra permanece.</p>
<p>Seu comentário me remete a um papo que tive com a Anna Paula Maron outro dia (<a href="http://www.annamaron.com.br/blog/" rel="nofollow">http://www.annamaron.com.br/blog/</a>).</p>
<p>Falávamos de gostar e não gostar de filmes, de livros etc e eu disse o seguinte para ela: &#8220;Por vezes me parece que não aceitamos a obra pela obra&#8230; a obra como ela é. A impressão que me dá é que, por vezes, afirmamos que &#8216;Guernica&#8217;, de Pablo Picasso, seria muito melhor se as linhas que o compõe fossem meia polegada mais finas&#8221;.</p>
<p><a href="http://www3.baylor.edu/~Jesse_Airaudi/guernica.jpg" rel="nofollow">http://www3.baylor.edu/~Jesse_Airaudi/guernica.jpg</a></p>
<p>Compreendo plenamente a crítica, claro, e vejo a forma pela qual a fazemos hoje como parte da fruição que nos permitimos da realidade a nossa volta.</p>
<p>Busco, contudo, o questionamento da forma de fruição que nos impomos ou que meramente desejamos nos impor&#8230;</p>
<p>Particularmente gostei da história de amor romântica naquela realidade distópica. Para mim é justamente esta porção do filme que o redime de ser apenas mais um thriller de ficção científica.</p>
<p>De fato, como descrevo no post, identifico estreita relação entre a primeira cena e o restante do filme.</p>
<p>A diversidade de opiniões e impressões, daqueles que têm a experiência com a obra, corrobora, por si mesma, com a noção de que a opinião individual é irrelevante diante da importância intrínseca da obra.</p>
<p>Não falo da intenção do autor aqui, mas da importância da obra enquanto fenômeno modificador do meio.</p>
<p>Sob muitos aspectos, a obra é tão importante para o espectador quanto ele se permite que ela seja ou quanto ele pode se permitir que ela seja &#8211; ao menos naquele momento.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Anna Carolina</title>
		<link>http://www.sarcasmosmultiplos.com.br/2004/12/29/%e2%80%9ccodigo-46%e2%80%9d/comment-page-1/#comment-376</link>
		<dc:creator>Anna Carolina</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jan 2005 15:25:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://sarcasmosmultiplos.com.br/?p=42#comment-376</guid>
		<description>Particularmente, eu acho que esse filme tem dois lados.

Um lado, o filme conseguiu reunir: &quot;Brilho Eterno de uma mente sem lembranças&quot;, mais &quot;Encontros e desencontros&quot; e um pouco de Edipo rei.

Essa parte eu não gostei do filme. Ele reune uma historinha boba romantica.

Mas se você perceber o nome do filme, lembrar da primeira cena, que diz o que representa Codigo 46, vai ver que o filme quase não fala sobre isso.

Achei que o assunto deveria ter sido mais abordado.


Depois que ele descobre que a guria tem o msm DNA que o da mãe, pronto, acabou, ele foge, e UHU são felizes para sempre.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Particularmente, eu acho que esse filme tem dois lados.</p>
<p>Um lado, o filme conseguiu reunir: &#8220;Brilho Eterno de uma mente sem lembranças&#8221;, mais &#8220;Encontros e desencontros&#8221; e um pouco de Edipo rei.</p>
<p>Essa parte eu não gostei do filme. Ele reune uma historinha boba romantica.</p>
<p>Mas se você perceber o nome do filme, lembrar da primeira cena, que diz o que representa Codigo 46, vai ver que o filme quase não fala sobre isso.</p>
<p>Achei que o assunto deveria ter sido mais abordado.</p>
<p>Depois que ele descobre que a guria tem o msm DNA que o da mãe, pronto, acabou, ele foge, e UHU são felizes para sempre.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Fernanda Rena</title>
		<link>http://www.sarcasmosmultiplos.com.br/2004/12/29/%e2%80%9ccodigo-46%e2%80%9d/comment-page-1/#comment-375</link>
		<dc:creator>Fernanda Rena</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jan 2005 23:01:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://sarcasmosmultiplos.com.br/?p=42#comment-375</guid>
		<description>Ou vocês podem ir ver Meu tio matou um cara, se divertir por alguns minutos e depois esquecer.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ou vocês podem ir ver Meu tio matou um cara, se divertir por alguns minutos e depois esquecer.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Bruno Accioly</title>
		<link>http://www.sarcasmosmultiplos.com.br/2004/12/29/%e2%80%9ccodigo-46%e2%80%9d/comment-page-1/#comment-374</link>
		<dc:creator>Bruno Accioly</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Dec 2004 12:05:26 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://sarcasmosmultiplos.com.br/?p=42#comment-374</guid>
		<description>Acho que cada um deve fruir a arte como quer, como pode e como se sente a vontade.

É tão válido experimentar uma obra através de um único aspecto quanto através de uma infinidade de aspectos.

Se a fruição da obra é a obra do espectador, afinal, ela tem mérito intrínseco.

O que coloco no texto é apenas que existem consequências à forma de experimentar a arte.

Estas consequências reforçam modelos e conceitos... daí minha alusão à queima de livros.

A obra enquanto entretenimento é uma obra. A mesma obra enquanto experiência é outra obra.

A fruição pode se dar em muitos níveis e de diversas formas.

A minha forma é só mais uma.

E é assim que a coisa pode funcionar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que cada um deve fruir a arte como quer, como pode e como se sente a vontade.</p>
<p>É tão válido experimentar uma obra através de um único aspecto quanto através de uma infinidade de aspectos.</p>
<p>Se a fruição da obra é a obra do espectador, afinal, ela tem mérito intrínseco.</p>
<p>O que coloco no texto é apenas que existem consequências à forma de experimentar a arte.</p>
<p>Estas consequências reforçam modelos e conceitos&#8230; daí minha alusão à queima de livros.</p>
<p>A obra enquanto entretenimento é uma obra. A mesma obra enquanto experiência é outra obra.</p>
<p>A fruição pode se dar em muitos níveis e de diversas formas.</p>
<p>A minha forma é só mais uma.</p>
<p>E é assim que a coisa pode funcionar.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Cristiano Dias</title>
		<link>http://www.sarcasmosmultiplos.com.br/2004/12/29/%e2%80%9ccodigo-46%e2%80%9d/comment-page-1/#comment-373</link>
		<dc:creator>Cristiano Dias</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Dec 2004 22:38:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://sarcasmosmultiplos.com.br/?p=42#comment-373</guid>
		<description>A coisa funciona mais ou menos assim... Eu vou ver um filme e temos duas opções (com gradações de cinza no meio): gostei ou não gostei.

Se eu não gostei não vou ficar me dando ao trabalho de &quot;ver um filme por um ângulo que não tinha pensado originalmente&quot;. De repente eu faço isso um belo dia se vir o filme de novo.

Sim, o mesmo vale para artes plásticas. Se vejo um quadro o resultado imediato é: gostei/não gostei. Sinceramente não estou preocupado com a intenção da obra do artista assim como esse artista não estava preocupado se eu ia gostar ou não. Sacou? Eu não devo mais &quot;respeito&quot; ao artista e sua obra do que ele teve a mim. É uma troca justa.

No caso eu gosto dos trabalhos do Pollock mas não gosto de boa parte da arte abstrata por aí. Porque gosto e bunda cada um tem o seu.

De repente um dia eu leio algo mais sobre o artista, entendo o contexto e posso vir a gostar mais da obra. Faz parte, é como ver um filme de novo.

E é assim que a coisa funciona.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A coisa funciona mais ou menos assim&#8230; Eu vou ver um filme e temos duas opções (com gradações de cinza no meio): gostei ou não gostei.</p>
<p>Se eu não gostei não vou ficar me dando ao trabalho de &#8220;ver um filme por um ângulo que não tinha pensado originalmente&#8221;. De repente eu faço isso um belo dia se vir o filme de novo.</p>
<p>Sim, o mesmo vale para artes plásticas. Se vejo um quadro o resultado imediato é: gostei/não gostei. Sinceramente não estou preocupado com a intenção da obra do artista assim como esse artista não estava preocupado se eu ia gostar ou não. Sacou? Eu não devo mais &#8220;respeito&#8221; ao artista e sua obra do que ele teve a mim. É uma troca justa.</p>
<p>No caso eu gosto dos trabalhos do Pollock mas não gosto de boa parte da arte abstrata por aí. Porque gosto e bunda cada um tem o seu.</p>
<p>De repente um dia eu leio algo mais sobre o artista, entendo o contexto e posso vir a gostar mais da obra. Faz parte, é como ver um filme de novo.</p>
<p>E é assim que a coisa funciona.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
