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	<title>Comments on: Síndrome de Gabriela</title>
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	<description>E agora para algo completamente diferente...</description>
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		<title>By: Maria Lucia</title>
		<link>http://www.sarcasmosmultiplos.com.br/2005/07/26/sindrome-de-gabriela/comment-page-1/#comment-485</link>
		<dc:creator>Maria Lucia</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Mar 2006 10:50:59 +0000</pubDate>
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		<description>Mae olha o nome que voce me deu!!
rsrsrsrs
Te amo muitooooooooo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mae olha o nome que voce me deu!!<br />
rsrsrsrs<br />
Te amo muitooooooooo</p>
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		<title>By: Da.Lourdinha</title>
		<link>http://www.sarcasmosmultiplos.com.br/2005/07/26/sindrome-de-gabriela/comment-page-1/#comment-484</link>
		<dc:creator>Da.Lourdinha</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Sep 2005 03:51:39 +0000</pubDate>
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		<description>Eu não nasci assim, nem cresci assim.  Talvez eu seja a mais velha &quot;blogueira&quot; que&quot;posta&quot; comentários no seu &quot;site&quot;.  De qualquer forma, viver cansa, crescer doi, mas não temos outra alternativa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não nasci assim, nem cresci assim.  Talvez eu seja a mais velha &#8220;blogueira&#8221; que&#8221;posta&#8221; comentários no seu &#8220;site&#8221;.  De qualquer forma, viver cansa, crescer doi, mas não temos outra alternativa.</p>
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		<title>By: camila</title>
		<link>http://www.sarcasmosmultiplos.com.br/2005/07/26/sindrome-de-gabriela/comment-page-1/#comment-483</link>
		<dc:creator>camila</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Aug 2005 16:33:26 +0000</pubDate>
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		<description>oi</description>
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		<title>By: Bruno Accioly</title>
		<link>http://www.sarcasmosmultiplos.com.br/2005/07/26/sindrome-de-gabriela/comment-page-1/#comment-482</link>
		<dc:creator>Bruno Accioly</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2005 23:15:46 +0000</pubDate>
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		<description>Já conversamos sobre isso: &quot;Parece-me exatamente o contrário. Nunca houve mais produção de subjetividade que neste mundo. Nunca nossos valores valorizaram tanto as subjetividades-produtos&quot;.

O que eu te respondi, Edu, é que produção de subjetividade não é necessariamente Arte e que a produção estética está em decadência já há tempo suficiente para irritar qualquer aprecisador de arte.

Mas até aí você concorda. O que eu coloquei também é que grande parte da produção de subjetividade humana no século passado e neste está travestida de objetividade - o novo nome da produção de subjetividade que leva o selo do praxismo e do que eu chamo de Unijetividade.

Isso me lembra aquela parábola de Sísifo que discutíamos. Sísifo tinha de carregar uma pedra pesadíssima sobre a cabeça até o topo da montanha e depois voltar. Fazia isso o tempo todo pois era o que os deuses queriam... mas ele sabia que os deuses queriam isso dele, e isso fazia toda diferença!

Veja... não adiante que entendamos que nunca o mundo valorou tanto o subjetivo se ele sequer sabe que a tal da objetividade, tão venerada, sequer existe - é ela mesma uma das mais elaboradas mentiras auto-sustentáveis já produzidas pelo Homem.

E a pior parte, a meu ver, é que esta noção Unijetiva do mundo vem em detrimento - e nem somando-se - ao subjetivo, tentando despir o Homem da capacidade de produzir subjetividade de forma livre.

Cria-se uma forma de escravizar a forma, um dogma inconspícuo para dirimir a criação senão segundo os cânones do Unijetivismo.

Talvez tenha ficado mais claro agora... Provavelmente vá postar algo parecido em breve, quando eu chegar na parábola de Sísifo.

Como sabe, eu tenho um plano... rs

Sempre bom ler seus comentários!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já conversamos sobre isso: &#8220;Parece-me exatamente o contrário. Nunca houve mais produção de subjetividade que neste mundo. Nunca nossos valores valorizaram tanto as subjetividades-produtos&#8221;.</p>
<p>O que eu te respondi, Edu, é que produção de subjetividade não é necessariamente Arte e que a produção estética está em decadência já há tempo suficiente para irritar qualquer aprecisador de arte.</p>
<p>Mas até aí você concorda. O que eu coloquei também é que grande parte da produção de subjetividade humana no século passado e neste está travestida de objetividade &#8211; o novo nome da produção de subjetividade que leva o selo do praxismo e do que eu chamo de Unijetividade.</p>
<p>Isso me lembra aquela parábola de Sísifo que discutíamos. Sísifo tinha de carregar uma pedra pesadíssima sobre a cabeça até o topo da montanha e depois voltar. Fazia isso o tempo todo pois era o que os deuses queriam&#8230; mas ele sabia que os deuses queriam isso dele, e isso fazia toda diferença!</p>
<p>Veja&#8230; não adiante que entendamos que nunca o mundo valorou tanto o subjetivo se ele sequer sabe que a tal da objetividade, tão venerada, sequer existe &#8211; é ela mesma uma das mais elaboradas mentiras auto-sustentáveis já produzidas pelo Homem.</p>
<p>E a pior parte, a meu ver, é que esta noção Unijetiva do mundo vem em detrimento &#8211; e nem somando-se &#8211; ao subjetivo, tentando despir o Homem da capacidade de produzir subjetividade de forma livre.</p>
<p>Cria-se uma forma de escravizar a forma, um dogma inconspícuo para dirimir a criação senão segundo os cânones do Unijetivismo.</p>
<p>Talvez tenha ficado mais claro agora&#8230; Provavelmente vá postar algo parecido em breve, quando eu chegar na parábola de Sísifo.</p>
<p>Como sabe, eu tenho um plano&#8230; rs</p>
<p>Sempre bom ler seus comentários!</p>
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		<title>By: Eduardo Augusto</title>
		<link>http://www.sarcasmosmultiplos.com.br/2005/07/26/sindrome-de-gabriela/comment-page-1/#comment-481</link>
		<dc:creator>Eduardo Augusto</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2005 16:47:30 +0000</pubDate>
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		<description>E meus comentários acerca do texto do filme do diretor são exatamente nesta linha.
“Em um mundo com cada vez menos produção de subjetividade, a desqualificação do subjetivo é implícita, o que é belo vira piegas, o que é atencioso vira meloso e o perdão vira fraqueza. A poesia morre e é vista como inocente e boba, a conotação deixa de existir e sobra apenas uma casca do que antes chamávamos conteúdo; a arte vira produto – e produto é a maior diversão”
Parece-me exatamente o contrário. Nunca houve mais produção de subjetividade que neste mundo. Nunca nossos valores valorizaram tanto as subjetividades-produtos. Nunca uma camisa teve tanto valor subjetivo imediatamente atribuído por uma etiqueta subjetiva. E uma marca de cigarro, ou droga, ou carro, ou partido político, ou religião. Sociedade de consumo infere que consumamos e há que haver o que consumir. Não é que a poesia seja inocente e boba. É que é difícil consumi-la. O cinema de arte, o papo-cabeça, a literatura assim como relacionamentos não são ocasionalmente recusados. São banidos. São banidos pois são de difícil consumo. São lentos de digerir. Recentemente pude ver (pela primeira vez em tela grande) o Teorema do Pasolini. E caiu-me em mãos a revista do jornal onde o crítico (?) falava do filme. Ele dizia claramente que não entendera. E não gostara. Protestava dizendo querer mais barulhos em um filme que tem como trilha o Réquiem de Mozart. Como se fosse possível. Mas não é destes tempos. Ignorância e presunção sempre acompanharam a humanidade. Como diz o Tom Zé, o curioso é que a burrice nunca foi servida em tantas cores e sabores.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E meus comentários acerca do texto do filme do diretor são exatamente nesta linha.<br />
“Em um mundo com cada vez menos produção de subjetividade, a desqualificação do subjetivo é implícita, o que é belo vira piegas, o que é atencioso vira meloso e o perdão vira fraqueza. A poesia morre e é vista como inocente e boba, a conotação deixa de existir e sobra apenas uma casca do que antes chamávamos conteúdo; a arte vira produto – e produto é a maior diversão”<br />
Parece-me exatamente o contrário. Nunca houve mais produção de subjetividade que neste mundo. Nunca nossos valores valorizaram tanto as subjetividades-produtos. Nunca uma camisa teve tanto valor subjetivo imediatamente atribuído por uma etiqueta subjetiva. E uma marca de cigarro, ou droga, ou carro, ou partido político, ou religião. Sociedade de consumo infere que consumamos e há que haver o que consumir. Não é que a poesia seja inocente e boba. É que é difícil consumi-la. O cinema de arte, o papo-cabeça, a literatura assim como relacionamentos não são ocasionalmente recusados. São banidos. São banidos pois são de difícil consumo. São lentos de digerir. Recentemente pude ver (pela primeira vez em tela grande) o Teorema do Pasolini. E caiu-me em mãos a revista do jornal onde o crítico (?) falava do filme. Ele dizia claramente que não entendera. E não gostara. Protestava dizendo querer mais barulhos em um filme que tem como trilha o Réquiem de Mozart. Como se fosse possível. Mas não é destes tempos. Ignorância e presunção sempre acompanharam a humanidade. Como diz o Tom Zé, o curioso é que a burrice nunca foi servida em tantas cores e sabores.</p>
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		<title>By: Bruno Accioly</title>
		<link>http://www.sarcasmosmultiplos.com.br/2005/07/26/sindrome-de-gabriela/comment-page-1/#comment-480</link>
		<dc:creator>Bruno Accioly</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jul 2005 14:48:01 +0000</pubDate>
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		<description>Salve!
Como eu tentei deixar claro, Deus, no texto, não passa de uma alegoria do que está para além da percepção humana mais imediata.
O texto sustenta que o Absolutismo Metodológico ao qual temos nos sujeitado vem desembocando no Relativismo Moral ao qual estamos nos acostumando.
Esse &quot;Deus&quot;, conotativo e que simboliza o mundo supra-sensível existe sim e não há como negá-lo sem negar o próprio Homem.
É disto que somos feitos, apesar da carne e das partes... pois o Todo é maior do que a soma de todas elas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Salve!<br />
Como eu tentei deixar claro, Deus, no texto, não passa de uma alegoria do que está para além da percepção humana mais imediata.<br />
O texto sustenta que o Absolutismo Metodológico ao qual temos nos sujeitado vem desembocando no Relativismo Moral ao qual estamos nos acostumando.<br />
Esse &#8220;Deus&#8221;, conotativo e que simboliza o mundo supra-sensível existe sim e não há como negá-lo sem negar o próprio Homem.<br />
É disto que somos feitos, apesar da carne e das partes&#8230; pois o Todo é maior do que a soma de todas elas.</p>
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	<item>
		<title>By: José Vasconcellos Dias Jr.</title>
		<link>http://www.sarcasmosmultiplos.com.br/2005/07/26/sindrome-de-gabriela/comment-page-1/#comment-479</link>
		<dc:creator>José Vasconcellos Dias Jr.</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jul 2005 08:04:12 +0000</pubDate>
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		<description>Sei lá!...

Eu sempre achei que &quot;matar Deus&quot; ou acreditá-Lo morto é coisa de quem quer se ver acima das gentes, embora não possa, como qualquer outro, conseguí-lo.

Mas aí vem aquela velha história (é com &quot;H&quot; mesmo) de quem é Deus? Cadê Ele? Ele existe?

Ou então:

O Deus está em nós! Nós somos o Deus que fazemos!

Etc... Etc... Etc...

Eu não nasci assim, por mais que me esforce, não conseguirei ser sempre assim. Amanhã serei outro tanto pelo tempo, quanto pelas experiências ou simplesmente pelas decepções, mas a visão de um &quot;deus&quot;, ao menos até esse momento, só muda sempre para uma certeza maior, à medida que passo a vê-Lo cada vez mais com uma menor dependência de crenças, religiões e coisas assim.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sei lá!&#8230;</p>
<p>Eu sempre achei que &#8220;matar Deus&#8221; ou acreditá-Lo morto é coisa de quem quer se ver acima das gentes, embora não possa, como qualquer outro, conseguí-lo.</p>
<p>Mas aí vem aquela velha história (é com &#8220;H&#8221; mesmo) de quem é Deus? Cadê Ele? Ele existe?</p>
<p>Ou então:</p>
<p>O Deus está em nós! Nós somos o Deus que fazemos!</p>
<p>Etc&#8230; Etc&#8230; Etc&#8230;</p>
<p>Eu não nasci assim, por mais que me esforce, não conseguirei ser sempre assim. Amanhã serei outro tanto pelo tempo, quanto pelas experiências ou simplesmente pelas decepções, mas a visão de um &#8220;deus&#8221;, ao menos até esse momento, só muda sempre para uma certeza maior, à medida que passo a vê-Lo cada vez mais com uma menor dependência de crenças, religiões e coisas assim.</p>
]]></content:encoded>
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