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	<title>Comments on: &#8220;Em boa Companhia&#8221;</title>
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	<description>E agora para algo completamente diferente...</description>
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		<title>By: Bruno Accioly</title>
		<link>http://www.sarcasmosmultiplos.com.br/2005/07/27/em-boa-companhia/comment-page-1/#comment-489</link>
		<dc:creator>Bruno Accioly</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2005 23:26:44 +0000</pubDate>
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		<description>Ah, mas é aí que está. A meu ver é impossível ler mais do que lá está, embora ache possível que eu tenha lido mais que o Weitz tenha tido a intenção de escrever.

Também fui verificar a ficha na polícia do diretor de &quot;American Pie&quot; e produtor de &quot;American Pie 2&quot; - e outras pérolas - ainda assim acho que você devia ver o filme.

Se o Sol foi Deus que fez, o Diabo ou as Leis da Físicas, ainda assim foi o Homem que viu nele Deus, o Diabo e as Leis da Física. Há, na paisagem, sempre muito mais pra ler porque quem lê somos nós - creio que concorda comigo.

Sob este aspecto, como costumo colocar aqui pelo blog, produção de subjetividade é só mais um acidente geográfico e, avaliá-lo tanto pela cogitada intenção do autor quanto pela fábula que se percebe escondida no texto por você mesmo, só enriquece a nossa realidade.

Não sei se colocaria num filme de duas hora a responsabilidades por todas as questões sociais da humanidade. Creio que é razoável que um filme aborde apenas uma questão, por um determinado ângulo e que possamos lidar com tal filme individualmente.

Há questões, com barriga cheia, há questões com barriga vazia. Há até Filosofia, com barriga vazia... mas a natureza de cada escola filosófica, advinda desta condição de fazer senso do entorno, varia de condição para condição humana, claro.

Seja como for, estamos contextualizados na realidade em que estamos. E acho pertinente mesmo que haja reflexão a partir de qualquer cômodo deste castelo cheio de torres e pátios.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ah, mas é aí que está. A meu ver é impossível ler mais do que lá está, embora ache possível que eu tenha lido mais que o Weitz tenha tido a intenção de escrever.</p>
<p>Também fui verificar a ficha na polícia do diretor de &#8220;American Pie&#8221; e produtor de &#8220;American Pie 2&#8243; &#8211; e outras pérolas &#8211; ainda assim acho que você devia ver o filme.</p>
<p>Se o Sol foi Deus que fez, o Diabo ou as Leis da Físicas, ainda assim foi o Homem que viu nele Deus, o Diabo e as Leis da Física. Há, na paisagem, sempre muito mais pra ler porque quem lê somos nós &#8211; creio que concorda comigo.</p>
<p>Sob este aspecto, como costumo colocar aqui pelo blog, produção de subjetividade é só mais um acidente geográfico e, avaliá-lo tanto pela cogitada intenção do autor quanto pela fábula que se percebe escondida no texto por você mesmo, só enriquece a nossa realidade.</p>
<p>Não sei se colocaria num filme de duas hora a responsabilidades por todas as questões sociais da humanidade. Creio que é razoável que um filme aborde apenas uma questão, por um determinado ângulo e que possamos lidar com tal filme individualmente.</p>
<p>Há questões, com barriga cheia, há questões com barriga vazia. Há até Filosofia, com barriga vazia&#8230; mas a natureza de cada escola filosófica, advinda desta condição de fazer senso do entorno, varia de condição para condição humana, claro.</p>
<p>Seja como for, estamos contextualizados na realidade em que estamos. E acho pertinente mesmo que haja reflexão a partir de qualquer cômodo deste castelo cheio de torres e pátios.</p>
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		<title>By: Eduardo Augusto</title>
		<link>http://www.sarcasmosmultiplos.com.br/2005/07/27/em-boa-companhia/comment-page-1/#comment-488</link>
		<dc:creator>Eduardo Augusto</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2005 16:16:25 +0000</pubDate>
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		<description>Acho mesmo que você viu mais do que realmente existia para ser visto. Digo isto pois chequei no IMDB o Paul Weitz. Mas é mesmo este o mistério da fé: conseguir turbilhonar um monte de idéias a partir de um elemento que não foi mais que o catalisador. Tenho acompanhado seu desassossego (nossa, quanto “s”, fui até conferir) com a vida corporativa como representação do processo de globalização. E porque você o vive. Vivemos, na verdade. Relativizo (é próprio destes tempos relativizar) as questões éticas e humanitárias que sobrevêm destas facetas de realidade que você aborda. Parece-me que os coeficientes de mediocridade, violência, ética, ignorância, entre outros, sejam historicamente quase que constantes equilibrados em uma equação química. Pende para um lado, compensa de outro e a forma como este equilíbrio se faz dá o retrado daquele espaço-tempo. Em um oriente antigo no qual honra fosse “bem de consumo” mais valorizado que em nossa atualidade acidental (com trocadilho) as violências individuais seriam quem sabe mais severas. Mas isto é, enfim, só um olhar relativizante (versão plus, agora com o “elemento idiosincrático” que faz mais por sua aldeia global). Acho que falta um filme que tente nos ver neste admirável mundo novo que percebemos batendo a nossa porta. Não um documentário, não um romance, mas uma tentativa de apreender uma visão prática deste novo cânone existencial que enfrentamos.
Isto é, entretanto, realidade apenas para quem a faz real. Os que lutam por pirão de farinha em Nigéria, ou no Nordeste desconhecem esta realidade. O desassossego só é possível de barriga cheia. Com fome não há espaço para ética, estética ou filosofia. Mas este filme deveria apreender também estas realidades. E quem sabe tentar nos propor um retrato do que seremos amanhã. O que, presumo, nos apresenta o filme em questão, é um pouco do que já sabemos ser. E, duvido que cause reais engulhos para quem o vê.
Foi nestes dias que me ocorreu de forma mais insistente a questão do entretenimento. Isto é entretenimento. A cultura americana é a do entretenimento. Brasileiro é que tem presunção e hipocrisia de chamar entretenimento de cultura.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho mesmo que você viu mais do que realmente existia para ser visto. Digo isto pois chequei no IMDB o Paul Weitz. Mas é mesmo este o mistério da fé: conseguir turbilhonar um monte de idéias a partir de um elemento que não foi mais que o catalisador. Tenho acompanhado seu desassossego (nossa, quanto “s”, fui até conferir) com a vida corporativa como representação do processo de globalização. E porque você o vive. Vivemos, na verdade. Relativizo (é próprio destes tempos relativizar) as questões éticas e humanitárias que sobrevêm destas facetas de realidade que você aborda. Parece-me que os coeficientes de mediocridade, violência, ética, ignorância, entre outros, sejam historicamente quase que constantes equilibrados em uma equação química. Pende para um lado, compensa de outro e a forma como este equilíbrio se faz dá o retrado daquele espaço-tempo. Em um oriente antigo no qual honra fosse “bem de consumo” mais valorizado que em nossa atualidade acidental (com trocadilho) as violências individuais seriam quem sabe mais severas. Mas isto é, enfim, só um olhar relativizante (versão plus, agora com o “elemento idiosincrático” que faz mais por sua aldeia global). Acho que falta um filme que tente nos ver neste admirável mundo novo que percebemos batendo a nossa porta. Não um documentário, não um romance, mas uma tentativa de apreender uma visão prática deste novo cânone existencial que enfrentamos.<br />
Isto é, entretanto, realidade apenas para quem a faz real. Os que lutam por pirão de farinha em Nigéria, ou no Nordeste desconhecem esta realidade. O desassossego só é possível de barriga cheia. Com fome não há espaço para ética, estética ou filosofia. Mas este filme deveria apreender também estas realidades. E quem sabe tentar nos propor um retrato do que seremos amanhã. O que, presumo, nos apresenta o filme em questão, é um pouco do que já sabemos ser. E, duvido que cause reais engulhos para quem o vê.<br />
Foi nestes dias que me ocorreu de forma mais insistente a questão do entretenimento. Isto é entretenimento. A cultura americana é a do entretenimento. Brasileiro é que tem presunção e hipocrisia de chamar entretenimento de cultura.</p>
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		<title>By: Bruno Accioly</title>
		<link>http://www.sarcasmosmultiplos.com.br/2005/07/27/em-boa-companhia/comment-page-1/#comment-487</link>
		<dc:creator>Bruno Accioly</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2005 15:40:17 +0000</pubDate>
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		<description>Na verdade, foi um termo cunhado só para o post &quot;International Way of Life&quot; é só uma insinuação acerca de onde vem e para onde vai a tão alardeada Globalização.

O engraçado quanto a esta insistência é que, a cada post, mais me parece que não entendem que falo sempre da mesma coisa :-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Na verdade, foi um termo cunhado só para o post &#8220;International Way of Life&#8221; é só uma insinuação acerca de onde vem e para onde vai a tão alardeada Globalização.</p>
<p>O engraçado quanto a esta insistência é que, a cada post, mais me parece que não entendem que falo sempre da mesma coisa <img src='http://www.sarcasmosmultiplos.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>By: Eduardo Augusto</title>
		<link>http://www.sarcasmosmultiplos.com.br/2005/07/27/em-boa-companhia/comment-page-1/#comment-486</link>
		<dc:creator>Eduardo Augusto</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2005 15:33:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://sarcasmosmultiplos.com.br/?p=71#comment-486</guid>
		<description>&quot;Sempre se pode afirmar que eu sou paranóico com relação a Globalização do Pensamento e com o International Way of Life, entretanto...&quot;
1) O &quot;l&quot; de &quot;International&quot; não apareceu para mim. Somente neste copiar e colar que entendi q o termo utilizado não foi &quot;Internationa&quot;
2) O que é &quot;International way of life&quot;? Saiu de algum lugar? Tem mais sobre isto?
3) Vc é, talvez, insistente (somos). Paranóia é outra parada.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Sempre se pode afirmar que eu sou paranóico com relação a Globalização do Pensamento e com o International Way of Life, entretanto&#8230;&#8221;<br />
1) O &#8220;l&#8221; de &#8220;International&#8221; não apareceu para mim. Somente neste copiar e colar que entendi q o termo utilizado não foi &#8220;Internationa&#8221;<br />
2) O que é &#8220;International way of life&#8221;? Saiu de algum lugar? Tem mais sobre isto?<br />
3) Vc é, talvez, insistente (somos). Paranóia é outra parada.</p>
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