A taxa de desaparecimento de espécies inteiras é alta já há algum tempo. Uma pesquisa financiada pela National Geographic aponta para a ameaça de extinção de 7 mil línguas, faladas hoje, até o fim do século.
Em algumas regiões do mundo, morre uma língua a cada 14 dias e, no Brasil, o risco do desaparecimento de línguas se concentra no centro-sul do país e em Rondônia.
Os mais Utilitaristas vão achar que é muito barulho por nada, tempestade em copo d’água e chifre em cabeça de cavalo - como sempre - mas com cada língua falada que desaparece, desaparece também a cultura de um povo, sua história e identidade.
Exemplos extremos no Brasil são o wayoró, com uma população falante estimada de 10 à 80 pessoas e o canauê, falado por apenas 8 pessoas!
Perto das línguas ameaçadas de extinção, o Esperanto fica até que extremamente popular!
Gregory Anderson e David Harrison investigaram a questão por quatro anos e acrescentaram que “Estamos vendo na frente dos nossos olhos a erosão da base do conhecimento humano”.
Para visitar o website da National Geographic acerca da questão, vá em:












