Uma espécie de “Código da Comédia”, essa piada vem sendo contada há sabe lá quanto tempo e guarda a essência da graça naquilo que ninguém entende muito bem.

Piada interna entre comediantes do mundo todo, “Os Aristocratas” quebra expectativas enquanto ensina como a comédia funciona.
Pois a piada virou filme, pelas mãos de Paul Provenza, e pega pelo pé o desavisado que esbarra no filme sem saber do que se trata.
Depois de aglutinar um grupo de cem comediantes, famosos ou não, americanos, ingleses e de toda parte do mundo, Provenza os faz explicar de forma caótica o que é essa “Melhor Piada de todos os Tempos”, que assombra toda a comunidade da comédia há pouco menos de um século (alguns falam de muitos e muitos séculos, mas pode ser que seja piada).
Não espere rir de “The Aristocrats”, ao menos de início, até porque se trata de um exercício de tempo, contexto e praxis do contar-piadas.
Comediantes do calibre de Jason Alexander (“Seinfeld”), Hank Azaria (“Mad About You”
), Drew Carey (“The Drew Carey Show”
), Eric Idle (“Mounty Python”
), Whoopi Goldberg (“Mudança de Hábito”
), Bill Maher (“True Story”
), Penn & Teller (“Penn & Teller”
), Kevin Pollak (“Avalon”
), Chris Rock (“Everybody Hates Chris”
), Robin Williams (“Bom dia Vietnã”
) e uma quantidade absurda (como podem ver) de outros grandes nomes.
Não é difícil perder a paciência com o filme, mas “Os Aristocratas” é um exemplo muito interessante da dificuldade que a gente tem de entender o que vai além da camada óbvia de qualquer coisa.
Feito com baixo orçamento mas muita vontade, “Os Aristocratas” é inconveniente, grosseiro, subversivo e divertido.
A piada? Bom… a piada mesmo eu só conto para quem me contatar e me perguntar, mas se você quer ter uma idéia, veja a versão abaixo:
Você quer saber mais?




(4 votos, média: 4.25 de 5)







