Nov 03

“…que não saber usar”, é o que se diz por aí. E, a meu ver, este ditado devia estar no topo da cartilha de quem projeta produtos e comunica visualmente!

Hoje é o “Dia Mundial da Usabilidade” e, por incrível que pareça, pouca gente sequer sabe o que Usabilidade significa.

Usabilidade é a medida de facilidade com a qual uma coisa se presta a ser utilizada. Quando falamos em Engenharia de Usabilidade estamos nos referindo à disciplina responsável por tornar mais fácil entender e operar apetrechos do dia a dia, sejam eles computadores, DVD Players, televisores, celulares, máquinas fotográficas, móveis, portas, malas, canetas, revistas, sinais de trânsito ou o que quer que seja que envolva interação com o usuário.


No dia de hoje, 35 países estão organizando seminários que, de alguma forma, tangenciam a questão ou vão direto ao ponto.

Em São Paulo, a Usability Professionals Association - UPA - organizou o evento “Making it Easy”, que conta com palestrantes da Petrobrás, do e-PoupaTempo, Prodam, e muitas outras instituições.

O projeto centrado no usuário é até uma idéia que vem se alastrando, contudo, a realidade do mercado de software - e do mercado em geral - tende a coibir o projeto de sistemas bem feitos.

Pode parecer uma afirmação um tanto dura demais, entretanto, se o mercado fosse orientado à qualidade - o que é fundamental para o projeto centrado no usuário - prazos não seriam tão rígidos e não seriam exigidas tantas concessões das empresas que produzem estes softwares.

Para quem não sabe, trabalho no ramo de desenvolvimento de sistemas, com uma equipe de Engenharia de Usabilidade, congregando Projetistas Gráficos (Designers) e Analistas/Programadores, de forma a projetar, implementar e encapsular objetos de interface cujo uso seja o mais transparente e amigável possível, tornando melhor a experiência de uso de sistemas.

Constantemente, no meio, nos vemos diante de concessões relutantes e, cada uma delas é um rebite a menos no edifício que estamos tentando construir. No fim, por motivos políticos, econômicos, temporais, egóicos etc acabamos deixando de ser projetistas de software e passamos a ser administradores de concessões.

Seja como for, com este evento, a UPA joga luz sobre o tema e dá credibilidade ao que, há bem pouco tempo, era considerado perfumaria, senso comum e adereço desnecessário. Disciplinas que sugiram a sofisticação do desenvolvimento de software e incentivem maior deliberação acerca de cada aspecto do projeto de sistemas devem ser sempre bem-vindas.

Usabilidade se refere não só a webSites - ou mesmo só a aplicações web - se refere a aplicações stand alone, sistemas operacionais (de computadores, Palms e celulares), aos painéis de aparelhos domésticos, a controles remotos e mesmo maçanetas de portas.

Diante deste novo nome pra algo mais antigo - a que todos chamávamos Desenho Industrial - reinventamos a preocupação com as questões com as quais o Projeto Gráfico e o Projeto de Produto sempre tiveram de lidar.

Diante dos princípios da Engenharia de Usabilidade, fica claro que é fácil fazer mais fácil…

…porque é mais fácil fazer direito!


Tirinha enviada por Lorena Boyer

Você quer saber mais?
WUD.com.br . É fácil fazer mais fácil!
WorldUsabilityDay.org . Welcome to World Usability Day!
UPAssoc.org . Usability Professionals’ Association
WebInsider.UOL.com.br . WUD, o Dia Mundial da Usabilidade em 35 países
Flash-Brasil.com.br . World Usability Day (Dia Mundial da Usabilidade)
Usabilidoido.com.br . Dia Mundial da Usabilidade
Usabilidade.org . Dia Mundial da Usabilidade 2005
SimplesConsultoria.com.br . Dia Mundial da Usabilidade
Zone41.net . Dia Mundial da Usabilidade

Você quer saber ainda mais?
Amazon.com . The Invisible Computer
Amazon.com The Design of Everyday Things
Amazon.com . Design with WebStandards
Tableless.com.br . WebSite sobre design web sem tabelas e Usabilidade
Atipico.com.br . Curso de WebStandards
Microsoft.com . Usabilidade
Wichita.edu . Site sobre Usabilidade em aplicações
JoelOnSoftware.com . Site dedicado à usabilidade em software
UsabilidadeNaWeb.blogger.com.br . WebLog dedicado a Usabilidade em português
TiffanyBBrown.com . Site sobre Usabilidade
UseIt.com . Website Engenharia de Usabilidade de Jakob Nielsen
JND.org . WebSite sobre Análise de Interface de Donald Norman
NNGroup . WebSite sobre Análise de Interface de Norman e Nielsen
UsabilityFirst.com . Guia de Usabilidade OnLine para webSites e webApps
UsableWeb.com . Informações e links sobre Usabilidade
SimplyTom.com . WebSite de Tom Brinck sobre o conceito de Usabilidade.
UsabilityViews.com . Artigos sobre Usabilidade
SitePoint.com . Artigos sobre Engenharia de Usabilidade e Acessibilidade
Macromedia.com . Site da Microsoft sobre Usabilidade em Flash
Fmemoria.com.br . WebSite de Felipe Memória
Design para a Internet - Projetando a Experiência Perfeita - Felipe Memória
Fmemoria.com.br . Sumário do Livro
Fmemoria.com.br . Pesquisas Acadêmicas

1 estrela2 estrelas3 estrelas4 estrelas5 estrelas (Seja o primeiro a votar!)
Loading ... Loading ...
Out 16

Tecnologia, design e conforto, a preços razoáveis, numa promessa de futuro profundamente atraente e carismática. A Apple traça, junto com um sem número de outras corporações, os contornos da realidade que se descortina diante de nossos olhos hipnotizados.

Não demorou, desde o lançamento do iPod Nano até o novo lançamento da Apple, o novo iPod – um equipamento dotado de até 60 GigaBytes, espaço para 15000 músicas e 25000 fotos, ou 150 horas de vídeo, a serem exibidos em uma tela colorida de 2,5 polegadas e com bateria para 20 horas (cerca de 3 horas para vídeo).

O equipamento tem a metade da espessura de seus antecessores flertando com as dimensões do Nano, ainda que não seja dotado de memória de estado sólido – mantendo um reduzido HD em suas surpreendentes dimensões (4.1 x 2.4 x 0.55 polegadas).

A bateria, conforme já é sabido, não é lá muito longeva – e de tanto não falar nisso a gente quase se esquece – durando cerca de 18 meses antes de se extinguir completamente.

O magnífico equipamento, que custa apenas US$ 299,00 nos EUA, pode ter sua bateria trocada por cerca de… ahn… US$ 150,00, ou algo em torno disso, o que não é nada de mais numa cultura tecnocêntrica consumista e em franca evolução – afinal, seu “novo” iPod vai estar obsoleto antes de a bateria ter sido plenamente inutilizada.

Questionamentos existenciais, políticos ou filosóficos a parte, o potencial deste novo produto para o entretenimento é, de fato, fenomenal. Agora você não mais precisa “perder tempo vendo” televisão em casa e passa a poder ver seus programas prediletos no aparelhinho a caminho do trabalho – se conseguir um apetrecho para captura de sinal de TV e se não for para o serviço dirigindo – o que te devolve um precioso tempo para trabalhar em casa depois do horário.

Ok… eu disse que ia deixar de lado os questionamentos…

Da mesma forma que a cultura de iPods “Áudio” acabou viabilizando os PodCasts, o “iPod Video” torna viável a distribuição de programas de televisão pela internet, via iTunes – o que já está garantido para a série “Lost”, por exemplo, que estará disponível para download no dia seguinte.

VidCasts podem ser o próximo passo para empreendimentos de entretenimento menos ambiciosos, programas de baixo orçamento filmados por gente de todas as idades e acerca de todo tipo de coisa; filmes caseiros desenvolvidos para mercados de nicho; desenhos animados com profundidade temática e moral da história feitos em computador; talvez até, se me permitem… Arte!

Sejam as conseqüências da tecnologia positivas ou negativas – e tenha apenas uma fração da população mundial a condição de dela usufruir – os iPods estão aí para ser mais um meio pelo qual a produção de subjetividade humana vai se manifestar e nada vai mudar isso… ou assim parece.

1 estrela2 estrelas3 estrelas4 estrelas5 estrelas (Seja o primeiro a votar!)
Loading ... Loading ...
Set 19

Antigamente, para ter uma rádio, seria preciso extrair uma concessão do Estado para operar, ter uma infra-estrutura relativamente pesada, comprometer seu conteúdo com mensagens publicitárias e rezar para conseguir se manter no ar.

Em fins do Século XX e início do Século XXI, com a evolução da tecnologia de compressão de áudio, o MP3 virou um dos ícones da tecno-cultura.

A popularização do formato MPEG-1 Audio Layer 3 – MP3 – acabou por fazer com que as empresas entrassem no jogo produzindo uma enxurrada de MP3 Players capazes de armazenar centenas e até milhares de músicas em um espaço bastante reduzido.

Poucas são as empresas de aparelhos eletrônicos que não se interessaram por uma fatia deste mercado em expansão. Dentre os mais bem sucedidos e engenhosos concorrentes neste mercado está a Apple – fabricante dos estilosos Macs – que, sob a batuta de Steve Jobs, vem desenvolvendo uma estratégia inteligente e bem articulada para alcançar todos os perfis de consumidores desta nova tecnologia.

A Apple projetou e lançou no mercado brasileiro equipamentos com custos que variam de R$ 500,00 até R$ 3000,00 e capacidade que varia de 512Mb até 40Gb – em diversos modelos e tamanhos, com inúmeros acessórios úteis e bugigangas de utilidade duvidosa.

Já até dei um destes de presente, entretanto ainda não tive coragem de comprar pra mim um dos aparelhinhos. De repente agora, que foi lançado o iPod Nano, com capacidade de 4Gb, preço em torno de R$ 1000,00 e a espessura de um lápis, eu comecei a me interessar mais.

O fato é que os MP3 Players parecem ter chegado para ficar – ao menos enquanto forem moda e enquanto não oferecerem nenhum gargalo tecnológico.

Em um movimento coordenado com o lançamento de seus produtos, a Apple teve a preocupação de disponibilizar o iTunes, um software dedicado à busca, cópia, organização e sincronização de músicas com seu iPod, digitalizando seus CDs e integrando seu computador pessoal com o aparelhinho.

É neste ponto, na verdade, que eles me pegaram pelo pé, e foi neste momento que ouvi, pela primeira vez, a palavra PodCast.

PodCast é um conceito que se tornou popular a partir de 2004 e que descreve um método de publicação de arquivos de áudio a serem distribuídos via Internet. O conceito envolve a assinatura de PodCasts como se fossem “revistas”, programas temáticos. São como programas de rádio gravados e distribuídos que, com a ajuda de software como o iTunes, carregam estes programas da Internet para seu computador e de lá para seu iPod.

Tanto músicas em MP3 quanto PodCasts podem ser ouvidos no próprio computador de mesa e o iTunes funciona também independente de você ter ou não um iPod.

De início imaginei que seria muito difícil achar um PodCast que prestasse, mas meus amigos Cristiano Dias e Alexandre Maron remediaram isso ao criar o RadarPoP PodCast, uma revista semanal sobre cultura pop que cobre, cinema, jogos, televisão, música, literatura, quadrinhos e tudo mais que você possa imaginar.

Se vou comprar um iPod eu não sei – e nem sei se recomendo a compra de algo com preços tão salgados – mas posso te dizer que, se não baixar o RadarPoP PodCast, vai perder uma grande oportunidade de se informar sobre o que há de mais interessante por aí!

1 estrela2 estrelas3 estrelas4 estrelas5 estrelas (Seja o primeiro a votar!)
Loading ... Loading ...
Ago 04

Produzido pela Universidade do Estado do Arizona, “Becoming Human” é um exemplo do potencial de comunicação da Internet, disponibilizando um documentário que usa imagens, música, locução e interação do usuário, para disponibilizar farta documentação acerca da teoria da evolução, recentes evidências e até o acesso às novidades sobre o tema na imprensa internacional.

Quando trabalhava com multimedia a noção de Internet era ainda uma criança de colo e ninguém a ela tinha acesso. Os CD-ROMs eram algo relativamente novo e considerados um efetivo meio de distribuir media rica, como textos formatados, áudio, animações e vídeo…

…a meu ver, pouca coisa boa foi realmente produzida na época – em termos de material útil, informativo, educativo e enriquecedor – com poucas exceções.

A Internet é muito bonitinha, até bastante útil, um tanto superestimada, mas nos dá condições para disponibilizar material de qualidade, acessível a partir de qualquer país sem maiores problemas de distribuição.

Donald C. Johanson é um dos mais renomados paleoantropologistas do mundo e dedicou os últimos 25 anos coletando, analisando e estudando fósseis com o objetivo de descobrir as origens do Homem.

Quando, em 1974, descobriu o mais antigo ancestral humano – batizado de Lucy e denominado Australopithecus Afarensis – Johanson provocou controvérsia na Comunidade Científica e, ainda jovem, ganhou fama e a oportunidade de fazer muito mais pelo estudo das origens do Homem.

O site, BecomingHuman.org apresenta um documentário em módulos, com belíssimas fotos, material de locução profundamente rico em conteúdo, diagramas elaborados, modelos tridimensionais interativos inéditos e jogos educativos com didática invejável.

O documentário em si pode ser visto em cinco diferentes etapas – Prólogo, Evidências, Anatomia, Linhagens e Cultura – cada uma delas com cerca de cinco à oito minutos, que podem ser acessados pelo clique na etapa ou mediante o uso de uma barra de progresso que pode ser facilmente acessada.

No durar da locução e das animações notas de “Learn More” são exibidas, permitindo ao espectador acessar conteúdo informativo adicional opcional sem prejudicar a narrativa do documentário.

É possível ainda acessar uma linha de tempo na região inferior da tela, que disponibiliza o mesmo material, independente do ponto em que se está no documentário.

Botões inferiores permitem ainda o acesso aos modelos tridimensionais dos crânios de hominídeos das linhagens registradas e dá acesso a um glossário, notícias e webSites relacionados ao tema.

Em um mar de inutilidades e futilidades, Becoming Human desponta como um centro cultural virtual, uma espécie de museu que, de fato, é interessante para jovens e adultos e mais rico e barato que uma produção do Discovery Channel.

Problemas? Sim… é em inglês. Mas sugiro que vejam ainda que tenham um inglês meramente razoável. Pois a locução é clara e o acesso aos controles de voltar e adiantar o filme são muito fáceis de usar.

1 estrela2 estrelas3 estrelas4 estrelas5 estrelas (Seja o primeiro a votar!)
Loading ... Loading ...
Fev 18

Exposição em São Paulo reúne ilustrações de 178 artistas que rechearam publicações da Editora Abril desde 1971 com desenhos, colagens, pinturas e esculturas.

Uma iniciativa do Clube de Arte da Editora Abril, a exposição Ilustrando em Revista tem como curador Alceu Nunes – diretor de arte da Superinteressante – e é um prato cheio para Projetistas Gráficos interessados em visitar a história recente do país através de gravuras de personalidades como Ziraldo, Aldemir Martins e Zaragoza.

Segundo os organizadores, profissionais da área poderão levar seus portfólios, que serão avaliados e comentados pelos diretores de arte da editora, bem como conversar com eles e com os ilustradores presentes nos happy hours que estão espalhados pela programação do evento.

Estão previstas ainda Palestras, onde serão discutidos a importância do Design Gráfico e da Ilustração, além de Workshops onde, aqueles que se inscreverem e forem selecionados, poderão aprender acerca de desenho, HQ, trabalho com 3D, entre outros assuntos.

Para inscreverem-se, os candidatos devem enviar um e-mail para o “Ilustrando em Revista“, contendo nome, telefone, e-mail de contato, RG, CPF, formação acadêmica e sua opção de Workshops. Deve estar anexado um currículo do candidato, bem como uma amostra de seu trabalho, em formato JPEG – a 72dpi e 1024×768pixels – para que sejam elegíveis para a pré-seleção.

Trata-se de uma ótima oportunidade para quem trabalha na área ou ainda está estudando e, com certeza, não deixará a desejar para aqueles que apenas gostam de olhar belas gravuras, mordazes ilustrações e magníficas obras que ilustraram a história brasileira através das páginas das revistas da Editora Abril.

A exposição terá lugar no Museu de Arte Brasileira da FAAPFundação Armando Álvares Penteado e o endereço é:

Rua Alagoas, 903, Higienópolis

tel. 3662-7000, r. 1133 e 1532.

Você quer saber mais? »

1 estrela2 estrelas3 estrelas4 estrelas5 estrelas (Seja o primeiro a votar!)
Loading ... Loading ...
Out 13

Foi menos divulgado do que todos nós gostaríamos, mas desde o início deste ano o Instituto Moreira Salles passou a disponibilizar na web uma parte substancial de seu acervo de obras raras.

Este novo Espaço Cultural Virtual é extremamente valioso para aqueles que almejam entrar em contato com a cultura nacional e não conseguem encontrar facilmente informações acerca de fotografia, música, literatura e teatro.

O sistema de cadastro pode parecer um tanto enigmático para os menos atentos, mas basta preencher o formulário e certificar-se de que a opção “Acesso aos conteúdos exclusivos” esteja selecionada.

O material reunido pelo Instituto Moreira Sales consiste em uma das mais importantes coleções do país, conservadas com o uso de técnicas especializadas e por profissionais extremamente competentes.

Dentre o acervo musical deste Espaço Cultural Virtual estão mais de dez mil obras produzidas entre 1902 e 1964, sendo Pixinguinha, Orlando Silva, Carmem Miranda e Noel Rosa alguns dos nomes de compositores e intérpretes disponíveis.

Iniciativas do tipo são raras em nosso país e o mérito do projeto é inequívoco, mesmo não sendo a Internet um meio tão democrático quanto todos nós gostaríamos que fosse.

Cadastrar-se não só oferece a oportunidade de fruir esse conteúdo exclusivo e raro disponibilizado pelo instituto, mas passa ao IMS a mensagem de que estão no caminho certo e de que o empenho em desenvolver este tipo de projeto não é em vão.

1 estrela2 estrelas3 estrelas4 estrelas5 estrelas (Seja o primeiro a votar!)
Loading ... Loading ...
Set 02

Outro dia procurei “Impressões e Provas“, de John Dunning e nada. Esgotou na editora.

Uma vez que prefiro ir até a livraria comprar no lugar de comprar na internet, minha vida fica muito mais difícil que a do ser humano médio.

Seja como for, achei muito chato que esse tipo de coisa possa ocorrer e, por causa disso, talvez nunca mais fosse possível encontrar este livro.

Pois é… mas uma galera boa resolveu dar um jeito nesse problema e criar, aqui no Rio, uma livraria chamada Armazém Digital, uma livraria diferente onde o leitor pode - caso o livro não mais exista para vender em lugar nenhum - baixar o material e sair de lá com uma edição em capa dura da tão procurada obra.

A loja é em Botafogo e já tem mil itens em seu acervo, pretendendo chegar em breve a cinquenta vezes isso.

Segundo Jack London, carioca de 55 anos e idealizador do projeto, potencialmente o acervo pode chegar a cinco milhões de títulos.

A Embratel, patrocinadora do empreendimento, entrou com três milhões de reais para viabilizar a idéia.

London sugere a relação entre sua idéia e o tema de um conto de Jorge Luis Borges, de 1939, que descrevia “Um lugar onde todos os saberes são possíveis”.

O Armazém digital se localiza no Rio Plaza Shopping (antigo Off-Price), General Severiano, 97, Botafogo.

1 estrela2 estrelas3 estrelas4 estrelas5 estrelas (Seja o primeiro a votar!)
Loading ... Loading ...