Depois de muito planejamento, alguns gastos e um certo lobby pra conseguir gente legal para colocar no ar o site junto comigo, saiu do papel o pequeno portal de notícias OutraCoisa.com.br, um site totalmente dedicado a Cultura Nerd e tudo que ela representa pra gente que, como eu, faz parte da Geração X ou simplesmente é louco por livros, quadrinhos, filmes, séries de TV, jogos, animação e Internet.
O site se propõe a divulgar os acontecimentos presentes, passados e futuros do mundo Nerd pelo ponto de vista de um grupo de Nerds que vão escrever, falar e aparecer cada um no seu estilo e falando cada um de um conjunto de assuntos diferentes.
É mais que um experimento ideológico e, se tudo der certo, vamos catalogar todos os Nerds que entrarem no OutraCoisa.com.br através da Rede Social “Sou Nerd”, para que todo mundo fique em contato.
Vamos e convenhamos… desde que saiu “Matrix” nos cinemas ser Nerd é Cool, portanto, vamos celebrar o fato de que nós Nerds somos diferentes de todo mundo de um jeito muito parecido e assumir por aí essa alcunha sem vergonha nem medo de sermos felizes!
No final das contas todo Nerd bem sabe que “Todo mundo é igual… a gente é OutraCoisa!” =)
Sonia Rodrigues lançou em 2004 este livro e ele estava na minha pilha de “livros importantes” fazia já muito tempo. Li e parei umas duas vezes por causa da maldita pilha de “livros prioritários”, mas finalmente terminei.
O livro é fácil de ler, é uma delícia de ler, acrescenta muito e fala bem dos Roleplaying Games só quando tem de falar, sem ter medo de detonar alguns aspectos e citar especificamente algumas incorreções patéticas das quais já sabíamos - e outras das quais provavelmente não sabíamos.
Terminei de ler já há uns dois meses, mas não tinha tido tempo de publicar nada a respeito do livro no Desígnios, mas acabo de me redimir.
Não é preciso ter estudado Comunicação, ou ser entusiasta de Literatura, para ler “Roleplaying Game e a Pedagogia da Imaginação no Brasil”. O livro é uma obra que passeia pela Pedagogia, pela Literatura, pela Fábula, por escritores famosos e pelos nem tão famosos assim, com muita desenvoltura e charme.
As questões levantadas pelo livro acabam afetando qualquer pessoa que, por algum motivo, precise escrever alguma coisa que algum outro indivíduo vá ler. E eu não conheço ninguém que, em nenhum momento, tenha de mandar, pelo menos, um e-mail!
O livro está custando menos de trinta reais e vale muito a pena, tanto pelo que se aprende pelo que se acaba refletindo depois de terminar de ler.
Uma síndrome rara provoca, em Sarah Carmem, centenas de orgasmos por dia. A questão, pra muita gente, imagino, vai ser: Como provocar a síndrome artificialmente?
A outra questão que me vem a cabeça é: “Pombas! Esse tipo de coisa não é contagiosa, né?!”
Mas, falando sério, a britânica Sarah Carmen, de 24 anos, no durar de sua entrevista, a respeito de seu “problema”, afirmou ter tido alguns bons orgasmos.
A entrevista durou 40 minutos e, segundo ela, são duzentos orgasmos por dia, ou seja, cerca de 8 orgasmos por hora.
A Síndrome de Excitação Sexual Persistente - Permanent Sexual Arousal Syndrome - provoca, na “vítima”, hiper-sensibilidade pelo aumento do fluxo sanguíneo da região genital.
Uma vez que isso ocorre mesmo sem que haja desejo por parte da pessoa acometida, o orgasmo pode ocorrer a qualquer momento.
O perfil da pessoa que “sofre” da síndrome tem, normalmente, entre 40 e 50 anos, mas alguns casos ocorrem com indivíduos na faixa dos 30 anos.
É possível “tratar o problema” cirurgicamente ou através de drogas anti-depressivas, agentes anti-androgênicos e gels anestésicos. Uma vez que algumas das vítimas da síndrome chegam as raias do suicídio, é recomendada também psicoterapia com reabilitação cognitiva do estímulo indesejado.
Algumas drogas (que não serão mencionadas aqui) podem provocar a Síndrome de Excitação Sexual Persistente mas, uma vez que a síndrome foi diagnosticada pela primeira vez em 2001, ainda não foi possível identificar as causas.
A taxa de desaparecimento de espécies inteiras é alta já há algum tempo. Uma pesquisa financiada pela National Geographic aponta para a ameaça de extinção de 7 mil línguas, faladas hoje, até o fim do século.
Em algumas regiões do mundo, morre uma língua a cada 14 dias e, no Brasil, o risco do desaparecimento de línguas se concentra no centro-sul do país e em Rondônia.
Os mais Utilitaristas vão achar que é muito barulho por nada, tempestade em copo d’água e chifre em cabeça de cavalo - como sempre - mas com cada língua falada que desaparece, desaparece também a cultura de um povo, sua história e identidade.
Exemplos extremos no Brasil são o wayoró, com uma população falante estimada de 10 à 80 pessoas e o canauê, falado por apenas 8 pessoas!
Perto das línguas ameaçadas de extinção, o Esperanto fica até que extremamente popular!
Gregory Anderson e David Harrison investigaram a questão por quatro anos e acrescentaram que “Estamos vendo na frente dos nossos olhos a erosão da base do conhecimento humano”.
Para visitar o website da National Geographic acerca da questão, vá em:
Uma simples e ótima idéia, o Walkman, hoje, tem tantas funções e trabalha com tantas medias diferentes que até fica difícil continuar chamando-o do mesmo jeito.
O aparelhino era sensacional, tinha AM/FM, gravador e k7 Player! Tudo pesando pouco menos que um tijolo médio. O Jogging da Adidas aveludado ficava um tanto indecente e, se chovia, acabava molhando a cueca Zorbinha, mas era uma tirada de onda sensacional!
Lembro-me de mim mesmo ouvindo “música-lenta”, andando de patins acoplado ao tênis cano-longo, rodas Kryptus e base Roller Derby, no Roxy Roller da Lagoa.
O mundo é o mesmo… continuamos ridículos, mas só vamos descobrir isso daqui um tempo…
Estigmatizados por quem nunca leu e cultuados por quem teve acesso a obras de qualidade, as Histórias em Quadrinhos não só são defensáveis enquanto forma de expressão como vêm, cada vez mais, chamando a atenção.
Faz tempo que não escrevo e, neste pequeno post, dou lugar para o texto de um amigo. Conveniente e preguiçoso, eu sei, mas estarei mais que bem representado pelo responsável pelo RadarPoP.com.br e pelo já extinto Meninos, Eu Vi, Alexandre Maron.
Em seu texto, Alexandre Maron fala do trabalho que vem sendo desenvolvido por Scott McCloud, no sentido de popularizar e pesquisar novas propostas de linguagem dentro desta forma de expressão.
No livro, Scott McCloud usa a própria linguagem dos quadrinhos para explicar como funciona esta forma de expressão, analisando o fenômeno HQ do ponto de vista histórico, artístico e, no caminho, ensinando muito acerca de como os Quadrinhos - e seus Leitores - funcionam.
Mais torque, mais força, mais leveza! Não é um pássaro nem um avião… é a nova tecnologia da Michelin que promete substituir e tornar obsoletos os pneus radiais, substituindo-os por versões que não necessitam de ar!
E enquanto os motoristas de automóvel comemoram o fato de, possívelmente, nunca mais precisarem trocar pneus, pessoalmente estou mais interessado na maior segurança para os motoristas, no menor impacto ambiental, no benefício para deficientes físicos e no reflexo da tecnologia no transporte alternativo.