Época no iPad – O Futuro Presente

Maio 5, 2010  |  Comunicação, Tecnologia  |  No Comments

Quando você coloca, um pedaço que seja, da mais poderosa empresa de comunicação do país nas mãos de alguém diligente, inteligente e criativo, que tem sob sua batuta uma equipe competente e talentosa, não há muito o que dar errado.

Alexandre Maron – não mais que dois meses depois de uma conversa que tivemos sobre o assunto – liderou sua equipe, formando profissionais no processo e fazendo a história da imprensa no Brasil ao produzir a Época para o iPad, equipamento que em um ou dois anos vai definir os futuros padrões de uso da internet, leitura em tela e portabilidade computacional.

Em 34 anos de inovação, A Apple – empresa para qual tanto ele quanto eu nos convertemos há alguns anos – desenvolveu um aparelho celular, lançado em Janeiro de 2007, cuja “responsividade”, Usabilidade e confiabilidade não foi alcançada por nenhuma outra empresa em 3 anos de mercado, e o aparelho já teve, inclusive, novas versões. O que, então, esperar do iPad?

A Época dá uma lição de pioneirismo ao investir no desenvolvimento deste novo formato que abre inúmeras possibilidades e revoluciona a experiência de uso dos veículos de informação e a forma como se dá a fruição da notícia por parte do leitor/audiência, misturando texto, animações, vídeo, áudio e tudo mais que a internet e este novo aparato de comunicação tornam disponíveis.

Philips DVP 3360K/55 HDMI e novo Firmware

Philips DVP 3360K/55 HDMI e novo Firmware

Janeiro 19, 2010  |  Coleções, Produtos e Protestos, Tecnologia  |  26 Comments

Ao longo de 10 anos colecionei cerca de 750 títulos originais em DVD e, quando de minha última mudança, foram necessários 6 caixotes para transportá-los.

Perdem-se alguns, alguns afanam outros e é essa a vida do colecionador, um dinossauro que ainda acredita na tangibilidade dos produtos e em sua perenidade.

Não precisei de 10 anos para descobrir que a qualidade do produto que eu insistentemente colecionei era – com poucas exceções – frequentemente ruim. Extras existentes nas versões americanas que simplesmente não vinham para o Brasil, papel com qualidade duvidosa, falta de padronização de um box para outro e até a descontinuidade na produção de boxes de uma dada série – que você só comprou em DVD porque acreditou que iam respeitá-lo como consumidor.

Estamos em uma época estranha, magnífica, onde as produtoras – e os próprios produtos – estão em uma encruzilhada, sem saber bem pra onde ir ou como se resolver.

A TV a Cabo demora um tempo incomensurável para transmitir no Brasil o que já está disponível no Pirate Bay poucas horas depois de passar nos EUA; o crime organizado trafica filmes piratas em quantidades homéricas; as lojas vendem DVDs a preços exorbitantes; e, ainda assim, DVDs não param de voar das prateleiras.

Sou um apaixonado por filmes. Adoro ter o produto em minhas mãos, sobretudo nas raras vezes que se trata de um produto bem cuidado.

Como consumidor bem informado eu sei que minha licença de compra exige que eu não efetue uma cópia de segurança de meus 750 itens de colecionador que – como toda media de armazenamento – tem uma vida útil limitada.

Segundo as normas estipuladas na licença, o produto, na verdade, não é meu. O que é meu é o produto naquela dada embalagem. É como se eu pudesse comprar um livro mas não pudesse fotocopiá-lo para levar para a praia e ler sem danificar as páginas.

Paciência… vou virar um contraventor e vou passar TODOS os meus títulos em DVD para Discos Rígidos externos, provavelmente em formato arquivo.

Paciência… os DVDs que já estragaram ou foram perdidos eu vou baixar da Internet porque eu já paguei por eles.

Paciência… não conheço muito mais gente que, como eu, gastou tanto em DVDs ao longo destes 10 anos de consumo exagerado.

E, depois do desabafo, dou a dica de uma ótima compra: o Philips DVP 3360K/55 é uma DVD Player com saída HDMI, entrada USB 2.0 frontal, reprodução de DivX (ultra) e exibição de legendas no formato SRT. Tudo que um colecionador interessado em ganhar espaço no armário sonha para si (e por R$ 260,00!).

O aparelho é de ótima qualidade, ótima aparência e funciona maravilhosamente. E embora sua legenda exibida a partir de SRT seja um tanto quanto pequena, é possível baixar o novo Firmware e atualizar seu aparelho sem dificuldade, melhorando o aspecto da legenda e permitindo até a mudança de sua cor.

Basta efetuar o download do Firmware, descompactar o arquivo .BIN contido no pacote, salvar o arquivo em um pendrive, inserir o pendrive na entrada USB do aparelho e ligá-lo, seguindo as instruções na tela.

De fato não é possível conectar um HD externo diretamente na entrada USB e esperar que tudo funcione, uma vez que o conector não tem voltagem suficiente para alimentar o aparelho, mas com um HD externo que possua alimentação de energia via transformador, é plenamente factível montar uma central de media por um preço bastante razoável. [ATUALIZAÇÃO: Algumas pessoas estão conseguindo conectar seus HDs sem alimentação externa (link)]

Agora é fazer a cópia de DVD por DVD para arquivo e ir organizando tudo nas pastas e mais pastas do HD, sempre fazendo backup de tudo e podendo revisitar as obras sem medo de elas serem destruidas pelo tempo, afanadas por engraçadinhos ou perdidas por ex-namoradas.

É contra lei copiar de uma media para outra? Sinceramente? Com o dinheiro que eu já dei pra “vocês?

Paciência!

Download do novo Firmware
Philips DVP 3360K/55 HDMI

Futuro da Imagem II

Futuro da Imagem II

Setembro 16, 2008  |  Cinema, Fotografia, Tecnologia  |  No Comments

Mais um vídeo interessante a respeito do que o futuro nos reserva em termos de imagem em movimento e edição.

O potencial da tecnologia apresentada abaixo vai favorecer em muito o cinema e o futuro das câmeras de vídeo (com um pouco mais de pesquisa).

Completar imagens em movimento com imagens paradas de melhor qualidade pode fazer grande diferença e só agora isso é possível, graças ao artifício matemático de decupar a profundidade das imagens a partir de uma análise de matizes espectrais e interpolação de vídeo, aumentando a resolução de vídeos em até quatro vezes e resolvendo questões de trepidação de imagem.

Para o tratamento de vídeo e edição não existe paralelo, hoje, para estas técnicas.


Using Photographs to Enhance Videos of a Static Scene from pro on Vimeo.

Realidade Virtual na Veia

Dezembro 12, 2007  |  Tecnologia  |  No Comments

Ela está a espreita e ainda vai haver um ou dois “falsos messias” até que se faça algo de decente no campo da Realidade Virtual… mas cada tentativa é válida!

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Que bom que se descobriu, cedo o suficiente, que o Second Life é uma bobagem!

Não que eu ache o conceito de Realidade Virtual uma bobagem! Longe disso! Eu mesmo, por volta de 1992, comecei a criar o conceito de uma que, quem sabe, um dia coloco em prática.

Ensaiei fazer isso algumas vezes, mas a tecnologia não ajudava… nem a falta de dinheiro pra um projeto sério.

O Second Life, a meu ver, é defeituoso já na concepção e, do meu ponto de vista, não há projeto que sobreviva a isso.

Agora, uma coisa é certa: quanto mais gente tentar e não conseguir emplacar um formato que faça sucesso e que seja mais aceito que, digamos o World of Warcraft, mais próximos estaremos de um conceito bacana, confortável e útil.

O mesmo vale para o hardware. A HeadPlay, conforme publiquei no tecnosofia.com.br, está tentando alcançar mais de um público com seu televisor/módulo-de-RV.

Tudo bem que você não compre pra usar o Second Life, mas para ter uma TV de 52 polegadas portátil, de repente, até vale a pena…

Iniciativas como essa podem ser o princípio de uma nova forma de usar a Internet – fazendo com que as pessoas tenham em casa os dispositivos certos por motivos totalmente diversos do uso em Realidade Virtual.

Ler no tecnosofia.com.br…

Tá… isso não resolve o fato de que o comercial deles meio que deponha contra…

Assista no YouTube…

Shoogle

Dezembro 3, 2007  |  Tecnologia  |  No Comments

Você já teve vontade de sacudir seu celular até ele funcionar? Não vai demorar e, mesmo com ele funcionando, você vai ter de sacudir o bichinho!

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Um laboratório escocês vem trabalhando numa tecnologia áudio-tátil que tenta trazer metáforas mais intuitivas para sua interface com o celular e apresentou-a na Conferência Computer/Human Interaction 2007.

A idéia é interessante. A medida que, por exemplo, uma mensagem chega em seu telefone celular ela é representada por uma bilha de metal imaginária. Se o seu telefone está no bolso ele começa a fazer o barulho que uma caixa de metal com uma bilha dentro passaria a fazer. Quanto mais mensagens mais bilhas e o barulho começa a ficar bem insuportável.

Diferentes sons podem ser atribuídos a diferentes remetentes, ou até mesmo seria possível atribuir o comportamento áudio-tátil apenas para determinado grupo de pessoas, o que tornaria corriqueiro sentirmos quem está tentando se comunicar conosco sem termos sequer de olhar para o aparelho.

Você pode estar pensando: “Contanto que dê pra desligar está ótimo!”

Embora pareça pouco útil, a princípio – sobretudo para o Geek que adora um dispositivo eletrônico – interfaces áudio-táteis podem ser uma solução muito boa para quem usa o telefone celular sem venerar tecnologia como se fosse uma segunda mãe.

Da mesma forma que podemos verificar se uma lata de Coca-Cola está cheia ou vazia, ao sacudí-la, com a tecnologia Shoogle é possível verificar se sua bateria está cheia ou não através de uma sacudidela. Um acelerômetro detecta o sacudir e reage através de sons e vibrações parecidas com as dos controles de jogos eletrônicos dotados de force-feedback.

Embora seja até difícil de explicar, a tecnologia torna o virtual tão “real” que acaba ficando mais intuitivo para o usuário que olhar um mostrador com uma metáfora sem muito sentido.

Segundo John Williamson, da Universidade de Glasgow, o aparelho parte do desafio de “Permitir que o usuário sinta o estado do telefone no lugar de ter de olhar para a tela”.

Qualquer arquivo de áudio pode ser utilizado, mas o protótipo apresentado na conferência fazia uso de colisões metálicas, passando pelo som de sólidos de madeira, até barulhos de flúidos.

Segundo Williamson, a Nokia lançou um conjunto de aplicações que ajudam os interessados a desenvolver programas que usem os acelerômetros de seus celulares, o que pode vir a popularizar o conceito.

Veja o vídeo para conferir:

Assista no YouTube…

Google myLocation

Dezembro 1, 2007  |  Tecnologia  |  No Comments

O impossível eles demoram mais pra fazer, mas acabam entregando…

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O Google, há um bom tempo, colocou no ar o Google Maps, que dentre centenas de outras utilidades, permite que uma pessoa descubra o caminho de um lugar a outro.

Sentado diante do meu computador isso já é bem útil! Seja para encontrar o endereço de um cliente ou aprender a chegar até lá, o serviço gratuito é fácil de ser usado e – por assim dizer – não custa nada… E se fosse possível usar isso em um telefone celular?!

Nada demais! O Google Maps já funciona em celulares faz um bom tempo também mas o chato é que, embora soubéssemos onde é o nosso destino, ao consultar o Google Maps pelo celular, nos faltava um dado importante: onde estávamos!

Não que o usuário do celular tenha de ser um perdido total no tempo e no espaço, mas um “Você está aqui” não faz mal a ninguém, certo? Além do mais, digitar a própria localidade naquelas teclas miúdas é um inferno!

O uso de um celular com GPS[bb] é o suficiente, hoje, para resolver o problema. Com um celular dotado de GPS[bb], as coordenadas do aparelho garantem a possibilidade de usar os dados de onde o usuário está. Mas o Google, outro dia, disponibilizou uma outra forma de poder fazer uso do “pontinho azul” que é o tal “Você está aqui” que eles implementaram.

Mesmo em celulares sem GPS[bb], a requisição do mapa aos servidores do Google vai junto com a assinatura da torre de celular que atendeu a requisição saída de seu aparelho, em uma região específica. Baseando-se na “assinatura” desta torre, o Google supõe que você esteja dentro do perímetro de um círculo azul que a aplicação exibe em volta de um pontinho no seu aparelho.

Segundo o Google eles não mantém qualquer dado acerca de seu telefone, nome ou qualquer coisa do tipo por motivos de privacidade.

Assista no YouTube…

Exoesqueletos

Novembro 27, 2007  |  Tecnologia  |  No Comments

A Sarcos vem desenvolvendo seu exoesqueleto há 6 anos até ele chegar a este ponto e a que ponto eles chegaram!

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Inicialmente liberado apenas para uso militar, o traje está em estágio mais avançado que o mais ambicioso leitor de quadrinhos[bb] poderia acreditar.

A fluidez de movimentos necessária para o desempenho, segurança e conforto do operador está garantida pelo equipamento, o que não comprometeu a velocidade de movimentos.

A eficiência em trabalhos repetitivos que exigem inteligência e discernimento pode vir a tornar o equipamento uma ferramenta preciosa não só para as forças armadas – no convés de porta-aviões e coisas do gênero – mas para indústrias, construções e, com as devidas modificações, para explorações submarinas ou até mesmo espaciais.

Um outro uso importante para a tecnologia está na possibilidade de construção de equipamentos semelhantes para garantir o movimento de pessoas com deficiências físicas e que ficaram desprovidas de sua capacidade motora.