Dez 12

Ela está a espreita e ainda vai haver um ou dois “falsos messias” até que se faça algo de decente no campo da Realidade Virtual… mas cada tentativa é válida!

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Que bom que se descobriu, cedo o suficiente, que o Second Life é uma bobagem!

Não que eu ache o conceito de Realidade Virtual uma bobagem! Longe disso! Eu mesmo, por volta de 1992, comecei a criar o conceito de uma que, quem sabe, um dia coloco em prática.

Ensaiei fazer isso algumas vezes, mas a tecnologia não ajudava… nem a falta de dinheiro pra um projeto sério.

O Second Life, a meu ver, é defeituoso já na concepção e, do meu ponto de vista, não há projeto que sobreviva a isso.

Agora, uma coisa é certa: quanto mais gente tentar e não conseguir emplacar um formato que faça sucesso e que seja mais aceito que, digamos o World of Warcraft, mais próximos estaremos de um conceito bacana, confortável e útil.

O mesmo vale para o hardware. A HeadPlay, conforme publiquei no tecnosofia.com.br, está tentando alcançar mais de um público com seu televisor/módulo-de-RV.

Tudo bem que você não compre pra usar o Second Life, mas para ter uma TV de 52 polegadas portátil, de repente, até vale a pena…

Iniciativas como essa podem ser o princípio de uma nova forma de usar a Internet - fazendo com que as pessoas tenham em casa os dispositivos certos por motivos totalmente diversos do uso em Realidade Virtual.

Ler no tecnosofia.com.br…

Tá… isso não resolve o fato de que o comercial deles meio que deponha contra…

Assista no YouTube…

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Dez 03

Você já teve vontade de sacudir seu celular até ele funcionar? Não vai demorar e, mesmo com ele funcionando, você vai ter de sacudir o bichinho!

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Um laboratório escocês vem trabalhando numa tecnologia áudio-tátil que tenta trazer metáforas mais intuitivas para sua interface com o celular e apresentou-a na Conferência Computer/Human Interaction 2007.

A idéia é interessante. A medida que, por exemplo, uma mensagem chega em seu telefone celular ela é representada por uma bilha de metal imaginária. Se o seu telefone está no bolso ele começa a fazer o barulho que uma caixa de metal com uma bilha dentro passaria a fazer. Quanto mais mensagens mais bilhas e o barulho começa a ficar bem insuportável.

Diferentes sons podem ser atribuídos a diferentes remetentes, ou até mesmo seria possível atribuir o comportamento áudio-tátil apenas para determinado grupo de pessoas, o que tornaria corriqueiro sentirmos quem está tentando se comunicar conosco sem termos sequer de olhar para o aparelho.

Você pode estar pensando: “Contanto que dê pra desligar está ótimo!”

Embora pareça pouco útil, a princípio - sobretudo para o Geek que adora um dispositivo eletrônico - interfaces áudio-táteis podem ser uma solução muito boa para quem usa o telefone celular sem venerar tecnologia como se fosse uma segunda mãe.

Da mesma forma que podemos verificar se uma lata de Coca-Cola está cheia ou vazia, ao sacudí-la, com a tecnologia Shoogle é possível verificar se sua bateria está cheia ou não através de uma sacudidela. Um acelerômetro detecta o sacudir e reage através de sons e vibrações parecidas com as dos controles de jogos eletrônicos dotados de force-feedback.

Embora seja até difícil de explicar, a tecnologia torna o virtual tão “real” que acaba ficando mais intuitivo para o usuário que olhar um mostrador com uma metáfora sem muito sentido.

Segundo John Williamson, da Universidade de Glasgow, o aparelho parte do desafio de “Permitir que o usuário sinta o estado do telefone no lugar de ter de olhar para a tela”.

Qualquer arquivo de áudio pode ser utilizado, mas o protótipo apresentado na conferência fazia uso de colisões metálicas, passando pelo som de sólidos de madeira, até barulhos de flúidos.

Segundo Williamson, a Nokia lançou um conjunto de aplicações que ajudam os interessados a desenvolver programas que usem os acelerômetros de seus celulares, o que pode vir a popularizar o conceito.

Veja o vídeo para conferir:

Assista no YouTube…

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Dez 01

O impossível eles demoram mais pra fazer, mas acabam entregando…

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O Google, há um bom tempo, colocou no ar o Google Maps, que dentre centenas de outras utilidades, permite que uma pessoa descubra o caminho de um lugar a outro.

Sentado diante do meu computador isso já é bem útil! Seja para encontrar o endereço de um cliente ou aprender a chegar até lá, o serviço gratuito é fácil de ser usado e - por assim dizer - não custa nada… E se fosse possível usar isso em um telefone celular?!

Nada demais! O Google Maps já funciona em celulares faz um bom tempo também mas o chato é que, embora soubéssemos onde é o nosso destino, ao consultar o Google Maps pelo celular, nos faltava um dado importante: onde estávamos!

Não que o usuário do celular tenha de ser um perdido total no tempo e no espaço, mas um “Você está aqui” não faz mal a ninguém, certo? Além do mais, digitar a própria localidade naquelas teclas miúdas é um inferno!

O uso de um celular com GPS[bb] é o suficiente, hoje, para resolver o problema. Com um celular dotado de GPS[bb], as coordenadas do aparelho garantem a possibilidade de usar os dados de onde o usuário está. Mas o Google, outro dia, disponibilizou uma outra forma de poder fazer uso do “pontinho azul” que é o tal “Você está aqui” que eles implementaram.

Mesmo em celulares sem GPS[bb], a requisição do mapa aos servidores do Google vai junto com a assinatura da torre de celular que atendeu a requisição saída de seu aparelho, em uma região específica. Baseando-se na “assinatura” desta torre, o Google supõe que você esteja dentro do perímetro de um círculo azul que a aplicação exibe em volta de um pontinho no seu aparelho.

Segundo o Google eles não mantém qualquer dado acerca de seu telefone, nome ou qualquer coisa do tipo por motivos de privacidade.

Assista no YouTube…

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Nov 27

A Sarcos vem desenvolvendo seu exoesqueleto há 6 anos até ele chegar a este ponto e a que ponto eles chegaram!

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Inicialmente liberado apenas para uso militar, o traje está em estágio mais avançado que o mais ambicioso leitor de quadrinhos[bb] poderia acreditar.

A fluidez de movimentos necessária para o desempenho, segurança e conforto do operador está garantida pelo equipamento, o que não comprometeu a velocidade de movimentos.

A eficiência em trabalhos repetitivos que exigem inteligência e discernimento pode vir a tornar o equipamento uma ferramenta preciosa não só para as forças armadas - no convés de porta-aviões e coisas do gênero - mas para indústrias, construções e, com as devidas modificações, para explorações submarinas ou até mesmo espaciais.

Um outro uso importante para a tecnologia está na possibilidade de construção de equipamentos semelhantes para garantir o movimento de pessoas com deficiências físicas e que ficaram desprovidas de sua capacidade motora.

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Nov 21

A Jemima Kiss, do Guardian, começou o rumor de que o Google vai comprar o Skype

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Publicar boato não é de meu feitio, contudo, se a Google comprar o Skype mesmo, vai ficar difícil para qualquer outra iniciativa em telefonia.

Dia 19 de Novembro a jornalista Jemima Kiss publicou uma nota sobre a possibilidade de aquisição.

Ontem, no PDA:The Digital Content Blog ela publicou um artigo com os comentários de Chris Sacca - chefe do departamento de Operações Especiais do Google - sobre o Skype ser “the next big thing“.

Om Malik, do GigaOm, contatou o porta-voz do Skype, que respondeu com a seguinte carta:

“O que faríamos sem os boatos?! Temos certeza de que alguém está usando o Skype neste momento para dar nova vida a boatos antigos e criar outros do zero.

Certamente compreendemos isso tudo - afinal, o Skype existe para tornar tais conversas possíveis.

Isto posto, não vamos comentar rumores e especulações (para além do que já comentamos).”

Poderia ser menos enigmático, mas não foi.

A eBay já deixou claro em mais de uma ocasião que pagou demais pelo Skype, acionistas do eBay começam a se pronunciar a respeito e o Google vem fazendo de tudo para que o Android e sua iniciativa em telefonia faça bonito no ano que vem… vai saber?!

Há alguns impeditivos burocráticos e legais, contudo, que apontam para o fato de que qualquer compra só poderia ser efetuada a partir de fins de Março de 2008.

Seja como for, se acontecer, é possível que chamadas internacionais tenham suas tarifas sensivelmente reduzidas.

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Nov 21

Faz tempo que ouvimos falar dos eBooks e de como eles iriam substituir a forma pouco eficiente de distribuição de obras literárias… será que “agora vai”?!

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Apesar do design um tanto quanto “datado”, o Kindle, lançado pela Amazon.com, pode bem ser o princípio de uma revolução, sobretudo em um mundo mais preocupado com recursos naturais, desmatamento e aquecimento global.

Cada vez mais a tecnologia está próxima do cidadão comum, o que é uma ótima notícia. Há algum tempo a visão de Don Norman, sobre tecnologia vem se mostrando melhor tanto para o consumidor final quanto para o mercado de equipamentos eletrônicos: dispositivos que fazem coisas demais são mais difíceis de usar, mais caros e entregam muito mais que o necessário.

O Kindle acende o estopim para o lançamento de um sem número de equipamentos com a mesma função, design mais arrojado e, provavelmente, toda sorte de vantagens que só a livre concorrência é capaz de nos propiciar.

Segundo a CNet, o Kindle apresenta excelente visibilidade e contraste de tela, simulando a experiência de uso do papel impresso; acesso gratuito a rede sem fio “Whispernet” (EVDO) sem a necessidade de um computador; teclado embutido; entrada para cartão SD - que garante armazenamento mais que suficiente; bem compatibilidade com máquinas Windows e Mac.

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O custo do equipamento não será, ainda, barato, mas se espera que os preços caiam rapidamente, o que não se pode dizer do conteúdo, que está próximo dos US$ 10,00 por título (e que ainda soa caro). O dispositivo é indicado para livros, mas para a leitura de revistas coloridas e visitação de websites ele deixa um pouco a desejar.

É importante lembrar que, sejam ou não comprados pela Amazon - que já disponibiliza dezenas de milhares de títulos - há eBooks por todo o canto na Internet, prontos para compra e leitura, bem como jornais e revistas.

Como diz o Cris Dias, “A grande diferença é que copiar CDs é muito mais fácil que copiar livros”. Um produto sem travas orientadas ao conceito de DRM - Digital Rights Management - vai estar muito mais próximo de algo que o consumidor final deseja. Quem sabe o lançamento do Kindle não ocasiona, no mercado de eBook Readers, o que o iPod ocasionou no mercado de mp3 Players?

Seja como for, vale acompanhar os comentários jocosos, as críticas, descrições, a evolução do conceito, de seus concorrentes e do mercado de eBooks.

Ver no YouTube…

E, para quem quer comparar com o Sony eBook Reader:

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Vale ainda visitar o “Desempacotando o Kindle”.

Atualização:

Sony Portable Reader . A reação da Sony

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Nov 16

A Dell vai invadir o mercado com um Tablet PC com tela sensível ao toque que reconhece vários estímulos ao mesmo tempo, um padrão de mercado, ao que parece, nos próximos anos, depois que o iPhone apareceu.

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Trata-se de um laptop bem fininho, com tela de 12.1 polegadas e cuja tela gira sobre si mesma e se fecha sobre o teclado, permitindo ao usuário usar o equipamento como se fosse uma prancheta e sem que seja necessário usar o teclado.

O equipamento é dotado de uma tela mais brilhante que a da maior parte dos equipamentos atualmente disponíveis, vem com 3Gb de RAM e sua tela touch-screen permite a manipulação direta da interface.

Segundo a Dell o público alvo do novo Latitude é a área de saúde, o setor educacional e corporativo. Um mercado bem amplo, como se poderia esperar.

A máquina é uma graça, como se pode conferir no vídeo abaixo:

Ver no YouTube…

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