Com o aumento na oferta de vagas em Mecatrônica e maiores investimentos no campo da Robótica, não é de se estranhar a revolução que estamos presenciando.

Como entusiasta de Inteligência Artificial, em particular, e Robótica, por motivo mais amplo, tem sido bastante empolgante acompanhar o desenvolvimento de tantas tecnologias das quais a disciplina depende para se tornar uma realidade mais cotidiana em nossas vidas.
Há toda sorte de impacto ético no uso de robôs. Isso vem sendo discutido há décadas, para o melhor e para o pior, e vai continuar sendo discutido por ainda muito tempo.
O fato, contudo, é que os robôs estão em toda parte, inclusive dentro da sua casa.

Sim… sem jogo de palavras, mas um robô é um equipamento que toma decisões no âmbito das atividades que são de sua responsabilidade e que manifesta estas decisões em aparatos mecânicos. Esta é uma boa descrição para o seu aparelho de DVD, por exemplo, que efetua uma série de operações contextualizadas pela forma como está sendo utilizado e usa de “pontes lógicas” – operações condicionais de decisão – para efetuar a operação simples de ejetar um DVD.
É uma avaliação excêntrica, você pode imaginar, chamar seu DVD Player de Robô, mas autômatos cada vez mais sofisticados e semelhantes aos filmes já estão disponíveis em lojas de brinquedos e tecnologia há mais de dez anos, a preços cada vez mais baratos.

Cães mecânicos, como o Aibo ou robôs utilitários que aspiram a casa, podem não ser a coisa mais comum do mundo por aqui, mas o dia vai chegar.
Chegue cedo ou chegue tarde, contudo, talvez a primeira intereção entre você e um robô não vá se dar com um que você veja a olho nú.
A nanotecnologia vai caminhando a passos largos e robôs microscópicos vêm sendo construídos para fins de pesquisa, para construção de circuitos mais rápidos ou mesmo para defender e dar manutenção ao organismo.

Este texto introdutório é só para dar um gostinho da seqüência de ensaios que vou publicar sobre estas máquinas que provocam da curiosidade ao terror naqueles que os criaram.
Pretendo discutir as origens, a utilidade, a viabilidade e o futuro, não só dos Robôs, mas da Inteligência Artificial e de suas conseqüências para o nosso dia-a-dia e para a forma que enxergamos a nós mesmos e ao mundo.
As imagens que vocês viram neste texto são, respectivamente, de um mosquito-de-lago comum, que caminha sobre a água; de um DVDPlayer por dentro; de um cão Aibo, da Sony; e de um robô “Strider”, que simula esta habilidade, lado a lado com um mosquito real.
A seguir um vídeo do “Strider” caminhando sobre a água:
Ela está a espreita e ainda vai haver um ou dois “falsos messias” até que se faça algo de decente no campo da Realidade Virtual… mas cada tentativa é válida!

Que bom que se descobriu, cedo o suficiente, que o Second Life é uma bobagem!
Não que eu ache o conceito de Realidade Virtual uma bobagem! Longe disso! Eu mesmo, por volta de 1992, comecei a criar o conceito de uma que, quem sabe, um dia coloco em prática.
Ensaiei fazer isso algumas vezes, mas a tecnologia não ajudava… nem a falta de dinheiro pra um projeto sério.
O Second Life, a meu ver, é defeituoso já na concepção e, do meu ponto de vista, não há projeto que sobreviva a isso.
Agora, uma coisa é certa: quanto mais gente tentar e não conseguir emplacar um formato que faça sucesso e que seja mais aceito que, digamos o World of Warcraft, mais próximos estaremos de um conceito bacana, confortável e útil.
O mesmo vale para o hardware. A HeadPlay, conforme publiquei no tecnosofia.com.br, está tentando alcançar mais de um público com seu televisor/módulo-de-RV.
Tudo bem que você não compre pra usar o Second Life, mas para ter uma TV de 52 polegadas portátil, de repente, até vale a pena…
Iniciativas como essa podem ser o princípio de uma nova forma de usar a Internet – fazendo com que as pessoas tenham em casa os dispositivos certos por motivos totalmente diversos do uso em Realidade Virtual.
Tá… isso não resolve o fato de que o comercial deles meio que deponha contra…
Vai ficando cada vez mais embaraçoso o flagrante fetiche Japonês (?) por colegiais pequeninas, de saínha curta e perninhas grossas.

Não me entenda mal… nada contra japonesas, colegiais, baixinhas, saínhas curtas ou perninhas grossas, mas me parece que o pessoal tá exagerando um pouco no conteúdo gráfico, híper-exposição e exploração de imagem das menininhas cada vez mais novinhas que arrumam para suas produções fotográficas ou cinematográficas.
É fato que todo mercado de modelos de beleza chove no molhado de que a mulher perfeita tem entre 14 e 16 anos, é magra feito um pau-de-vira-tripa, tem jeitinho vulnerável ao mesmo tempo que um ar teimoso e uma sexualidade nada condizente com a idade que tem… mas a coisa começa a ficar meio perigosa quando a o substrato cultural de uma sociedade começa a refletir mais seus desejos encubados que seus supostos valores.

Vejo tanta gente falando dos perigos do RPG, dos videogames, da violência no cinema e de em quanto isso tudo causa danos à juventude, mas dificilmente encontro gente atacando a erotização da imagem da criança, das paquitas, das modelos, das atrizes de “Malhações” da vida, das dançarina-da-boquinha-da-garrafa e afins.
Podem até dizer que a maldade está nos olhos de quem vê mas, se assim é, vamos usar dois pesos e duas medidas, parar de demonizar videogames, internet e cinema e decidir se temos ou não problema em explorar este tipo de imagem.

No fim das contas – e nem comento o roteiro do filme, só as imagens que foram veiculadas – é desconsertante ver a menina (que até deve ter se divertido bastante, probrezinha) passando por aquelas situações insólitas.
Enfim… para os pedófilos com tara por deficientes físicas em roupas de estudante, o filme deve ser muito bom.
Segue o trailer do filme, para quem quiser conferir (não vou rastrear IP para mandar para a Polícia Federal):
A foto já é meio antiga, pra esse povo de Internet – uns seis meses de idade – mas só me chegou às mãos agora, por uma mensagem do @CrisDias.

Eu já disse mais de uma vez e repito: “Guerra nas Estrelas” não são filmes, são páginas de um site do mestre Jedi George Lucas!
E, como dono do site ele atualiza quantas vezes e como ele quiser! =)
Mas que essa foto dele com a camiseta “Han Shot First”, bem ao lado do Indiana Jones, tá muito surreal mesmo!
Isso só mostra o senso de humor do nosso amigo.

E, apesar da versão mais nova mostrar diferente, segue a prova em vídeo de quem atirou primeiro na versão original:
Sonia Rodrigues lançou em 2004 este livro e ele estava na minha pilha de “livros importantes” fazia já muito tempo. Li e parei umas duas vezes por causa da maldita pilha de “livros prioritários”, mas finalmente terminei.

O livro é fácil de ler, é uma delícia de ler, acrescenta muito e fala bem dos Roleplaying Games só quando tem de falar, sem ter medo de detonar alguns aspectos e citar especificamente algumas incorreções patéticas das quais já sabíamos – e outras das quais provavelmente não sabíamos.
Terminei de ler já há uns dois meses, mas não tinha tido tempo de publicar nada a respeito do livro no Desígnios, mas acabo de me redimir.
Não é preciso ter estudado Comunicação, ou ser entusiasta de Literatura, para ler “Roleplaying Game e a Pedagogia da Imaginação no Brasil”. O livro é uma obra que passeia pela Pedagogia, pela Literatura, pela Fábula, por escritores famosos e pelos nem tão famosos assim, com muita desenvoltura e charme.
As questões levantadas pelo livro acabam afetando qualquer pessoa que, por algum motivo, precise escrever alguma coisa que algum outro indivíduo vá ler. E eu não conheço ninguém que, em nenhum momento, tenha de mandar, pelo menos, um e-mail!
O livro está custando menos de trinta reais e vale muito a pena, tanto pelo que se aprende pelo que se acaba refletindo depois de terminar de ler.
Sem protestos. O livro é mesmo muito bom!
Fundada em 1970, a Western Digital começou a fornecer discos rígidos em 1988, emprega mais de 20.000 pessoas no mundo todo e é, agora, o pomo da discórdia entre o Estado e o Cidadão usuário de Internet.
“Ao fornecer recursos adicionais de assegurar a propriedade intelectual, asseguramos também que a inovação e criatividade continuem a prosperar em nossa sociedade”, é o que John Conyers, membro da United States House of Representatives, afirmou ao se referir ao Prioritizing Resources and Organization for Intellectual Property Act, ou PRO IP.
A PRO IP é a nova lei, proposta por Republicanos e Democratas para dar mais força às corporações, gravadoras e produtoras em processos que lhes pareçam infringir sua propriedade intelectual.

Uma das conseqüências imediatas da histeria provocada pelo fato de o Estado estar intercedendo tanto nestes casos é que as próprias Corporações – sobretudo as que lidam com as ferramentas usadas para perpetrar contravenções – começam a tentar resolver o problema sendo cautelosas em excesso.
A Western Digital, por exemplo, tomou a iniciativa tornar seu usuário culpado por suspeita. No momento em que você tenta enviar um arquivo para terceiros, recebe o aviso de que: “Devido a não possibilidade de autenticação de licenças, os arquivos mais comuns de áudio e vídeo não poderão ser partilhados com usuários que esteja fazendo uso do WD ANYWHERE Access.”
Ou seja, não importa o conteúdo de seus arquivos. Se você tentar partilhar arquivos neste formato pela rede, a Western Digital presume não apenas que você seja um criminoso, mas que é seu dever policiar outros usuários. Para a Western Digital, arquivos MP3, DivX, AVI, WMV, QuickTime etc. não são formatos de arquivos simplesmente, mas produtos de empresas… e você está tentando roubá-las se tentar copiar arquivos neste formato… Independente de ter sido você o produtor das imagens ou sons contidos em tais arquivos.
São mais de 30 formatos diferentes os banidos, pela Western Digital, de seus produtos. Alguns destes formatos, inclusive, estão fora de uso há mais de dez anos e se referem a aplicações que rodavam em máquinas como o saudoso Amiga!

É curioso como apenas arquivos de música e vídeo são protegidos tanto pela Western Digital quanto pela nova lei.
Se não houver forças contrárias, isto representa uma possível avalanche de produtos com DRM nativo a invadir o mercado, produtos de arquitetura fechada e que vão impedir que pessoas, que produzem media nestes formatos, possam usar a rede para partilhar seu material, a não ser que ganhem rios de dinheiro para fazê-lo!
Por enquanto, a solução é não instalar o software cliente recomendado pela Western Digital, mas usar os “gatos” que estão sendo divulgados aqui e ali.
E pensar que eu ia recomendar o MyBook World Edition no Tecnosofia.com.br!
Segue o vídeo “A Real-World DRM”:
Outro vídeo descrevendo DRM:
Mesmo sem os boatos previsíveis de uma continuação para a hexalogia de “Guerra nas Estrelas”, a obra prima de George Lucas vai continuar assombrando seus fãs e a quem não está nem aí para ela.

Sim… para quem não sabia há boatos – não, rumores – de que uma nova trilogia estaria sendo assada nos fornos da Lucas Films (Se você tem mais informações a respeito deixe um comentário!).
Alguns websites chegaram mesmo a publicar um sumário do que seria esta trilogia de continuação e, ao que parece, tem muito fã tentando usar a Força para que isto se torne realidade.
De uma forma ou de outra, você já pode ir se preparando para se municiar do que, pelo jeito, nunca vai sair da moda: indumentárias fazendo referência aos personagens de “Star Wars”, como a mochila em formato de Yoda e as pantufas masculinas do Yoda.
Devidamente paramentado você pode subir a Floresta da Tijuca de Dagobá com seus amiguinhos sempre com seu grande mestre vigiando a reta-guarda!

Você encontrar a mochila e pantufas do Yoda nos endereços abaixo:
ThinkGeek.com . Mochila do Yoda…