Sérgio Medeiros, do Armazém Companhia de Teatro, marcou presença no Episódio 4 do podcast Luz&Sombra.

Ator de temperamento calmo e super simpático, Sergio Medeiros é membro de uma das mais bem sucedidas companhias de teatro do país e tivemos a oportunidade de conversar com ele sobre seu início no teatro, seu ponto de vista sobre o papel do teatro e sua opinião sobre a rapidez do mundo de hoje e sobre os efeitos disso no “fazer teatro”.
O que aconteceria se Darth Vader tivesse um aprendiz capaz de atender suas expectativas? O novo jogo da Lucas Arts responde esta pergunta enquanto enriquece o Universo Expandido de “Star Wars”.
Os melhores jogos que já joguei no PC foram “Knights of the Old Republic I” e “Knights of the Old Republic II”, mas é possível que eu venha a gostar ainda mais de “The Force Unleashed”.
O trailer abaixo pode dar uma idéia do motivo pelo qual eu acredito que vá gostar muito do jogo. Qualquer fã de “Guerra nas Estrelas”, que aprecia o Universo Expandido, tem tudo para enlouquecer por esse jogo:
Abaixo dois documentários sobre o processo criativo da Lucas Arts neste jogo em particular:
Um Novo Começo
Incontrolável
Dinamic Molecular Matter & Euphoria – Simulação Comportamental
Um vídeo musical SteamPunk, que serve de trailer para o fantástico trabalho de Jasper Morello, cujo trecho do original pode ser encontrado no YouTube.
Atualização:
A Oxfam, em sua recente campanha “Fair Trade”, chama Gerard Alsteens, para mais uma campanha de marketing bem humorada!
Quem reconhecer todos os personagens da pintura e Comentar o Post ganha a minha eterna gratidão.
Seguem dois vídeos de campanhas da Oxfam:
Não seja tão rápido em dizer que é impossível! Vai que, amanhã, alguém lança algo parecido?! =)
Não deixe de visitar o site do produto em: www.usbwine.com
Você achava que já tinha visto tudo de engraçado a respeito de “Guerra nas Estrelas”
? Não… existe uma outra piada!
Eu adorava quando conseguia juntar dinheiro pra comprar bonequinhos de “Star Wars” na Rua Santa Clara, na única loja do Rio que vendia lá pelos idos de 1979.
Ai que saudade daquela época!
Mas, hoje, as crianças têm, a disposição, brinquedos muito mais ousados e muito mais pés-no-chão, que mostram a realidade dura da vida e tudo isso de que essa Geração X sensível, compreensiva, metrosexual – resumindo: cheia de merda – foi privada.
De repente, se eu tivesse acesso a esses brinquedinhos, naquela época, ninguém teria roubado meu lanche, eu não teria perdido aquela briga no colégio e a ex-namorada não teria me abandonado.
Motivo pelo qual Luke Skywalker resolve de vez que vai lutar contra o império ao lado de Obi Wan Kenoby, esta passagem foi deixada de lado pelos brinquedos da minha época, mas agora sim é reconhecida como importante na vida do Jedi!


Para quem não reconheceu ainda o momento ao lado, ele se refere aos heróis da Batalha de Endor, aqueles peludos e bravos ursinhos carinhosos que pereceram aos montes nos bastidores de “Guerra nas Estrelas” por não usarem dublês.
Não há dúvida que é importante, para as crianças, saberem valorizar e honrar aqueles que, embora mortos em batalha, continuam vivendo em nossos corações e no tecido da Força Viva!
O meu brinquedo predileto, contudo, seria este presente-conceito, esse exemplo industrial da cultura pop convertida em obra de arte surrealista, este resumo da existência, inexistência, felicidade e estoicismo da criança que recebe um grande presente sem necessariamente entender seu valor real.

Não… Não é uma caixa vazia… A Força é uma energia invisível que nos envolve e mantém a galáxia unida!
(E lamba os beiços!)
Porque nem só de felicidade vive o Geek!
Para aqueles que acham essa uma visão exageradamente dura das coisas, uma música divertida sobre a realidade da vida:
Com o aumento na oferta de vagas em Mecatrônica e maiores investimentos no campo da Robótica, não é de se estranhar a revolução que estamos presenciando.

Como entusiasta de Inteligência Artificial, em particular, e Robótica, por motivo mais amplo, tem sido bastante empolgante acompanhar o desenvolvimento de tantas tecnologias das quais a disciplina depende para se tornar uma realidade mais cotidiana em nossas vidas.
Há toda sorte de impacto ético no uso de robôs. Isso vem sendo discutido há décadas, para o melhor e para o pior, e vai continuar sendo discutido por ainda muito tempo.
O fato, contudo, é que os robôs estão em toda parte, inclusive dentro da sua casa.

Sim… sem jogo de palavras, mas um robô é um equipamento que toma decisões no âmbito das atividades que são de sua responsabilidade e que manifesta estas decisões em aparatos mecânicos. Esta é uma boa descrição para o seu aparelho de DVD, por exemplo, que efetua uma série de operações contextualizadas pela forma como está sendo utilizado e usa de “pontes lógicas” – operações condicionais de decisão – para efetuar a operação simples de ejetar um DVD.
É uma avaliação excêntrica, você pode imaginar, chamar seu DVD Player de Robô, mas autômatos cada vez mais sofisticados e semelhantes aos filmes já estão disponíveis em lojas de brinquedos e tecnologia há mais de dez anos, a preços cada vez mais baratos.

Cães mecânicos, como o Aibo ou robôs utilitários que aspiram a casa, podem não ser a coisa mais comum do mundo por aqui, mas o dia vai chegar.
Chegue cedo ou chegue tarde, contudo, talvez a primeira intereção entre você e um robô não vá se dar com um que você veja a olho nú.
A nanotecnologia vai caminhando a passos largos e robôs microscópicos vêm sendo construídos para fins de pesquisa, para construção de circuitos mais rápidos ou mesmo para defender e dar manutenção ao organismo.

Este texto introdutório é só para dar um gostinho da seqüência de ensaios que vou publicar sobre estas máquinas que provocam da curiosidade ao terror naqueles que os criaram.
Pretendo discutir as origens, a utilidade, a viabilidade e o futuro, não só dos Robôs, mas da Inteligência Artificial e de suas conseqüências para o nosso dia-a-dia e para a forma que enxergamos a nós mesmos e ao mundo.
As imagens que vocês viram neste texto são, respectivamente, de um mosquito-de-lago comum, que caminha sobre a água; de um DVDPlayer por dentro; de um cão Aibo, da Sony; e de um robô “Strider”, que simula esta habilidade, lado a lado com um mosquito real.
A seguir um vídeo do “Strider” caminhando sobre a água:


